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Televisão

Sei exatamente de onde parti e onde quero chegar, diz Rita Batista, há 2 anos no É de Casa

Soteropolitana, que começou no jornalismo em rádio local, conta como se firmou um dos rostos da nova geração da Globo: 'Primeiro a gente faz o que pode para depois fazer o que quer'

Rita Batista - Manoella Mello/Globo
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São Paulo

Rita Batista, 44, não é muito de compartilhar seus planos. "Quando eu chegar lá, você vai saber", diz ao F5. "Junto com a espiritualidade e com aqueles e aquelas que podem me ajudar a alcançar, eu vou trilhando meu caminho. Rita de Cássia Batista sabe exatamente de onde partiu e onde quer chegar."

Foi com essa postura confiante ("eu sou assim, exatamente o ponto médio entre arrogância e humildade", define) que ela se firmou como um dos rostos da nova geração de apresentadores da Globo. Todos os sábados, Rita fica quase 5 horas no comando do É De Casa —ao lado de Maria Beltrão, Thiago Oliveira e Talitha Morete—, onde está prestes a completar dois anos.

No programa, ela diz que sua função é "falar verdades e coisas que não são ditas". O jogo de cintura, na sua avaliação, é o que a mantém como ponte entre os quadros do programa e os seus colegas. "A equipe diz que eu sou um oráculo, tenho essa habilidade de comunicar não só com a fala, mas com as feições também. Sou uma pessoa de muitas caras e bocas", diverte-se.

Rita chegou à Globo em dezembro de 2020 como repórter das atrações matinais. "Primeiro a gente faz o que pode para depois fazer o que quer", ensina a soteropolitana, que começou no jornalismo na Rádio Metrópole, na capital baiana, como locutora.

Pouco depois, ela se tornou apresentadora na TV Aratu, na mesma cidade, cobrindo hard news (jargão jornalístico que designa notícias sérias). Depois foi trabalhar na Band regional, onde acabou ganhando projeção nacional com a cobertura de Carnaval.

Neste ano, aliás, ela foi um dos destaques da Globo na folia. À frente do Glô na Rua, seu nome foi um dos poucos elogiados nas redes sociais —em contraste com as críticas que a emissora sofreu por sua cobertura e que resultaram até em nota de repúdio da Federação Nacional dos Jornalistas.

"Quanto mais você se aperfeiçoa e se especializa, melhor se torna naquilo que faz", avalia a apresentadora. "Participar da cobertura de Carnaval é uma oportunidade de fazer cada vez melhor."

Sobre o futuro, Rita só diz que espera manter a contundência, sem perder as sutilezas e as delicadezas que a trouxeram até aqui. "Às vezes, você precisa dar uma levantada de sobrancelha e, no minuto seguinte, abaixar a cabeça", filosofa.

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