Diversão

Filme 'Mulheres Alteradas' aborda o universo feminino

Longa estreia nesta quinta com dramas e crises vividos por quatro mulheres

Filme Mulheres alteradas
Filme Mulheres alteradas-Da esquerda para a direita: as amigas Keka (Deborah Secco), Marinati (Alessandra Negrini), Leandra (Maria Casadevall) e Sônia (Monica Iozzi) - divulgaçao
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Leonardo Volpato
São Paulo

Chega nesta quinta-feira (5) aos cinemas o longa “Mulheres Alteradas”, do diretor Luis Pinheiro. A trama gira em torno da vida de quatro mulheres, protagonizadas pelas atrizes Deborah Secco (Keka), Alessandra Negrini (Marinati), Maria Casadevall (Leandra) e Monica Iozzi (Sônia). Ao longo do filme, cada uma delas vive uma crise diferente.

Enquanto Keka não sabe mais o que fazer para reerguer seu casamento com Dudu (Sergio Guizé), a advogada e viciada em trabalho Marinati não quer saber de se apegar a homem nenhum: sua meta é só faturar na empresa. E, enquanto Leandra vive a crise dos 30 anos e pensa em deixar a vida de festas para criar uma família, a irmã dela, Sônia, casada e mãe, queria mesmo era ser solteira.

“A Keka é a única personagem com quem eu não me identificava”, conta Deborah Secco. “Já fui mãezona como a Sônia, já planejei ter filho e não rolou como a Leandra e trabalhei igual à Marinati.”

Na história, as coisas começam a mudar quando as quatro resolvem dar o pontapé inicial à transformação de suas rotinas. Enquanto Leandra decide cuidar dos filhos de Sônia, a irmã vai curtir a vida. Marinati larga o emprego, apaixona-se e vai viajar com Keka, que, por sua vez, tenta resgatar a relação em um hotel paradisíaco. Tudo cheio de confusão.

"Todos os roteiros que recebia eram machistas."

A possibilidade de atuarem em um filme no qual tudo gira em torno de quatro mulheres foi o fato que mais chamou a atenção das atrizes Deborah Secco, Alessandra Negrini, Maria Casadevall e Monica Iozzi. As artistas, que estrelam “Mulheres Alteradas”, que chega hoje aos cinemas do país, dizem estar felizes com a chance de viver esse encontro.

“É uma história feminina, com quatro protagonistas femininas, com dramas tipicamente femininos. Fiquei com vontade de experimentar isso”, conta Monica.

“Já eu estava com muita vontade de fazer uma comédia no cinema, mas todos os roteiros que eu recebia eram machistas. Em pleno 2018, acredita?”, relembra Alessandra. “Quando vi esse roteiro interessante e original, eu me encantei. A minha personagem é a mais surreal de todas”, conta a atriz, que dá vida à advogada Marinati.

Já Deborah Secco se encantou pela originalidade do longa, que tem muitas cenas rodadas sem cortes de edição. “Fazer isso é muito difícil e, ao mesmo tempo, ousado. Eu nunca tinha visto isso no cinema nacional. Temos agora uma das melhores comédias de todos os tempos”, arrisca ela.

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