Televisão

Simaria diz que The Voice Kids é uma família e quer ver crianças cantando rap no programa

Cantora comentou sobre clima de gravações após morte do diretor Flávio Goldemberg

The Voice Kids, Simone e Simaria

Simone e Simaria no The Voice Kids Victor Pollak/Divulgação

São Paulo

Crianças de todo o Brasil têm a última chance de ingressarem em um dos três times de jurados do programa The Voice Kids (Globo) neste domingo (9). Na fase final de audições às cegas, Claudia Leitte, Carlinhos Brown e Simone e Simaria escolherão as novas vozes que completarão seus times, para então entrarem de fato na disputa musical.

Apesar do pretexto de competição, o clima é de amizade. É o que diz Simaria, que em entrevista ao F5 conta qual a principal diferença do programa para a sua versão com adultos: “Quando você entra na fase das batalhas, por exemplo, a criança não está preocupada com se ela vai embora porque perdeu. Elas estão preocupadas porque vão deixar os amigos que fizeram, choram porque vão ter que deixar os colegas. Mesmo quando ganham a competição, eles falam isso. É lindo porque não tem maldade, é puro”, diz. “A gente não sabe de nada, quem ensinam são elas”.

Mesmo estando em sua terceira participação no programa –e tendo vencido as duas edições em que esteve–, Simaria diz que ainda não viu de tudo. Para ela, seria interessante ainda escutar uma criança “fazendo um rap americano, uma ‘parada doida’”, como uma música em português misturada a esse estilo musical. “A galera não ia entender nada”, brinca. 

Simaria diz que aprende diariamente com o programa, e que já enxerga os envolvidos nele como parte de uma família. Segundo a irmã de Simone, todo o elenco e produção se ajuda nos momentos difíceis, como o que passaram com a morte do diretor do reality, Flávio Goldemberg, no final de janeiro

“Infelizmente, Deus o levou. Foi uma perda muito dura para nós. Era um cara que chegava todo dia cheio de energia, acordava 5h da manhã, pegava onda e chegada tirando onda”, lembra a cantora. 

"Mas a gente tem que seguir, porque tem que gravar. Tem que ser profissional. O artista não tem direito nem de sofrer. A gente parou a gravação por um dia, quando tivemos a notícia, mas como já estava todo mundo lá no Rio e preparado, uns foram dando força a outro. No intervalo, quando não estava filmando, a gente chorava, depois voltava… O que podemos fazer?"

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