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Lei Taylor Swift: Deputados apresentam projetos de lei contra o cambismo após problemas nas vendas

Objetivo é criminalizar a ação de cambistas, que prejudicaram os fãs da artista americana em São Paulo

Fãs da cantora Taylor Swift formam fila para comprar ingressos no Allianz Park, em São Paulo. - Folhapress
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Rio de Janeiro

A confusão na venda de ingressos para o show da cantora Taylor Swift no Brasil, em novembro, causou espanto, levando dois deputados federais apresentarem, na sexta-feira (16), projetos de lei contra a ação de cambistas em eventos no país. O objetivo da ‘’Lei Taylor Swift’’ é criminalizar a venda de ingressos por cambistas, que tem afetado os fãs da artista americana em São Paulo.

A deputada Simone Marquetto (MDB-SP) propôs um projeto que proíbe a venda de ingressos a preços superiores aos estabelecidos pelos organizadores do show, considerando tal prática como "crime contra a economia popular". A pena prevista seria de 1 a 4 anos de detenção, além de multa no valor de cem vezes o preço dos ingressos.

Outro deputado que entrou na luta contra os cambistas foi Pedro Aihara (Patriota-MG). Ele propõe tipificar o crime como "cambismo digital" ou "cambismo analógico", com penas mais brandas em comparação à sua colega parlamentar: detenção de 1 a 3 anos e multa equivalente a 10 vezes o valor do ingresso para o primeiro caso, e detenção de 6 meses a 2 anos e multa igual para o segundo caso. Essa prática é comum em sites e aplicativos de revenda de ingressos, onde os valores são inflacionados por cambistas digitais.

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