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Podcast sobre 'pé na bunda' promete história bizarra e conselho sem pudor

Clube do Pé na Bunda chega ao Spotify com trio já conhecido nas redes

Gabie Fernandes, João Doederlein (o Akapoeta) e Igor Pires (autor de Textos Cruéis Demais), apresentadores do podcast Clube do Pé na Bunda Arquivo Pessoal

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São Paulo

Mesmo separados por uma tela é possível sentir a conexão entre Gabie Fernandes, João Doederlein, conhecido como Akapoeta, e Igor Pires, autor do Textos Cruéis Demais, que lançaram nesta semana um novo podcast original Spotify. "Seja muito bem-vindo ao Clube do Pé na Bunda, você não está sozinho. Pega sua carteirinha", começa o escritor.

"Existem duas possibilidades na vida: ou você levou um pé na bunda, ou você ainda vai levar", continua Gabie Fernandes. "Então reage mulher, bota um cropped!", completa Igor Pires, em tom de brincadeira. Com a proposta de acolher os corações partidos, rir de histórias –em sua maioria superadas– e conversar sem pudor como amigos na mesa de um bar, o Clube do Pé na Bunda estrou na segunda-feira (17).

"É o melhor match que eu já dei na vida", completa Doederlein. Os apresentadores já são conhecidos por falarem de amor e problemas da vida amorosa nas redes sociais, cada um a sua maneira. Agora, juntos eles vão mostrar uma nova faceta, compartilhar experiências próprias e debater sobre as histórias mais bizarras de quando alguém leva um fora.

"Todo mundo já sofreu, fez merda e foi trouxa. E isso fica muito claro no podcast", completa Gabie Fernandes, do canal Depois das Onze. Igor Pires comenta que além de se identificar, ficou chocado com diversas histórias e só conseguia pensar que "o ser humano é maluco" por fazer diversas coisas na hora que sentem carência. "É um monte de coisa bizarra", completa Gabie.

Eles contam em entrevista ao F5 que as gravações aconteciam tanto presencialmente quanto à distância, e que fluíram sempre de maneira natural e divertida. Apesar de a conversa ser livre, Gabie comenta que, ao receber as histórias, eles costumam se encontrar para decidir os pontos que serão abordados em cada episódio, e que isso ajuda ainda mais na produção do podcast.

Doederlein diz ser o único do trio que ainda não tinha contato com podcasts, apesar de ouvir o formato há cerca de 10 anos. "Essa transição de trazer os pensamentos que eu configurava em texto para voz é muito diferente", afirma ele. Para os amigos, o formato gera um engajamento profundo que prende a atenção dos espectadores por muito mais tempo.

"A linguagem primária é falar", completa Gabie. "Somos muito mais orgânicos e naturais falando". Para ela, o podcast é uma ferramenta que aproxima muito mais o ouvinte dos apresentadores, diferente de outras formas de comunicação e até mesmo de arte. "Os feedbacks mais legais que eu já recebi na minha carreira foram de podcasts", diz a youtuber.

Igor Pires ainda diz que quando os ouvintes acessarem o podcast, vão pensar: "Como vocês não fizeram isso antes?". Para ele, o produto tem tudo para entrar na rotina das pessoas, e ser ouvido desde quando pegam transporte público até quando lavam a louça de casa. "Estamos aqui para rir das nossas próprias desgraças", diz.

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