Aviso
Este conteúdo é para maiores de 18 anos. Se tem menos de 18 anos, é inapropriado para você. Clique aqui para continuar.

Celebridades

Precisa ser algo que faça sentido, diz Rodrigo Santoro sobre possível volta às novelas

A última participação do ator em uma trama da Globo, do início ao fim, foi há 20 anos

Em foto colorida, homem de casaco de coro faz selfie
Santoro: 'Gosto de teledramaturgia e sinto saudades de fazer novelas, mas pelo tempo de gravações, é difícil para mim' - Reprodução/Instagram
  • Salvar artigos

    Recurso exclusivo para assinantes

    assine ou faça login

Os fios de cabelos grisalhos deixaram Rodrigo Santoro, 48, com um ar mais maduro, o que leva a um contraste imediato com o Santoro garotão da sua última novela na Globo —contando aí somente as que ele tenha participado do início ao fim.

Mesmo assim, é difícil não associá-lo a Diogo, de "Mulheres Apaixonadas", que até pouco tempo estava no ar em "Vale a Pena Ver de Novo". Sucesso na trama de Manoel Carlos há exatos 20 anos, seu personagem era casado com Marina (Paloma Duarte), mas apaixonado mesmo pela prima Luciana, interpretada por Camila Pitanga.

De lá para cá, foram raríssimas participações em produções brasileiras. Santoro trilhou uma carreira internacional focada em filmes e séries —e pelo visto vai continuar assim. "Gosto de teledramaturgia e sinto saudades de fazer novelas, mas pelo tempo de gravações...É difícil para mim. Real. Precisa ser algo que faça sentido", diz o ator ao F5.

Rodrigo está no Rio após uma temporada de algumas semanas gravando na Amazônia o filme "Outro Lado do Céu", do diretor pernambucano Gabriel Mascaro ("Divino Amor" e "Boi Neon"). Antes, filmou a terceira e última temporada de "Bom dia, Verônica", da Netflix, em São Paulo e no Rio. Nesse ínterim, gravou nos Estados Unidos e também na Europa.

"Vou seguindo (risos). Aparece um projeto aqui, outro ali e isso que o interessante. Me sinto estimulado e as pessoas falam 'você vive mundo afora, né?'.Eu digo que moro onde está o trabalho". Fazer planos ele até faz, mas nada que não possa mudar de uma hora para a outra. "A vida tem sua própria dinâmica e eu vivo um dia após o outro", afirma. "Não gosto de ficar idealizando e romantizando."

Final do conteúdo
  • Salvar artigos

    Recurso exclusivo para assinantes

    assine ou faça login

Comentários

Ver todos os comentários Comentar esta reportagem