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Celebridades

Julgamento de Johnny Depp e Amber Heard terá depoimento de irmã e ex-affair

Abaixo-assinado para tirar atriz de 'Aquaman' beira 4 milhões de assinaturas

O ator Johnny Depp durante julgamento nos Estados Unidos - REUTERS
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São Paulo

O julgamento do processo entre o ator Johnny Depp, 58, e sua ex-mulher, a atriz Amber Heard, 36, terá um hiato até a próxima segunda-feira (16). De acordo com o The Independent, nessa data, a irmã de Amber, Whitney Henriquez, e a atriz Ellen Barkin, com quem Depp teve um breve relacionamento na década de 1990, serão ouvidos.

Depp também deverá ser ouvido mais uma vez na volta do julgamento. Enquanto isso, uma petição online que recolhe assinaturas para uma possível retirada de Amber do filme "Aquaman 2", longa que deve chegar em 2023, já beira os 4 milhões de adeptos. Segundo o Daily Mail, a atriz, que interpreta Mera no longa, terá menos de dez minutos de tela na próxima sequência.

O grande problema é que a briga pública vem arranhando a reputação dos atores ao longo dos anos e só piorou com as revelações feitas nas últimas três semanas por Depp e de testemunhas em um julgamento televisionado. Heard se opôs à ideia de ter câmeras no tribunal, mas Depp ganhou a moção.

Nos depoimentos, foram expostas mensagens de texto do ator para amigos, gravações de brigas do casal, supostas traições de Amber com James Franco e Elon Musk, foto do dedo decepado do ator durante uma briga e até acusação que a atriz defecou na cama que dividia com Depp.

As testemunhas ouvidas disseram ainda que o ex-casal vivia uma relação de "abuso mútuo", mas que nunca tinham visto o ator agredir Heard. A psicóloga clínica forense Shannon Curry analisou pessoalmente a saúde mental da atriz e afirmou que ela sofre de transtorno de personalidade limítrofe (borderline) e de transtorno histriônico.

Heard chegou a trocar a equipe de relações públicas demonstrando que não estava gostando da cobertura que estava recebendo na mídia sobre a batalha judicial com o ex-marido. A nova equipe de relações públicas, liderada pelo CEO David Shane, já trabalhou contra Depp antes.

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