Celebridades

Nova Juma, Alanis Guillen tem Cacilda Becker e Fernanda Montenegro como referências

Escalada para o remake de 'Pantanal', ela vive segunda protagonista na TV

Alanis Guillen Instagram/alanissguillen

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São Paulo

Aos 23 anos, Alanis Guillen assistiu uma completa mudança em sua vida após ser escolhida para reviver a marcante e selvagem Juma Marruá, no remake de “Pantanal”. Agora com um grande papel em mãos, a jovem relembra que não teve uma trajetória fácil e diz já ter ouvido muitos nãos. Mas nada que a tirasse a certeza de sua jornada, sempre inspirada por nomes grades da dramaturgia, como Cacilda Becker e Fernanda Montenegro.

A artista afirma que cresceu com certa familiaridade com o set de filmagens e já o conhecia antes mesmo de seu primeiro papel como protagonista, em “Malhação: Toda Forma de Amar” (Globo, 2019), por fazer trabalhos publicitários. “Crescer nesse ambiente me ensinou muito desde pequena”, comenta.

Em entrevista ao F5, Guillen diz que ao longo dos anos aprendeu “a ouvir muitos ‘não’, mas, principalmente, a não criar grandes ilusões acerca da profissão”. Ela complementa que cada experiência que teve apenas reforçou a certeza de estar trabalhando com o que queria.

E nessas experiências, a artista foi encontrando inspirações, seja em seus professores, atores que viu nos teatros de São Paulo e até mesmo em novos nomes do cinema e televisão. A atriz ainda afirma que, na sua lista de referências, estão “nomes especiais como a potência e paixão de Cacilda Becker e Fernanda Montenegro”.

Para ela, a presença da arte em sua vida a ensinou muito além da profissão. “Foi através da arte que encontrei um lugar de expressão e melhor compreensão de mim e do mundo”, pontua. Ela, que já recebeu a aprovação de Cristiana Oliveira, 57, que interpretou pela primeira vez o “olhar de onça” de Juma em 1990, não esconde a ansiedade pelo trabalho.

Agora, a atriz afirma que já mudou alguns de seus hábitos para dar vida a personagem, como malhar dobrado, tomar sol sem biquíni, “para não ficar marca”, e deixar seus pelos do corpo crescerem. “É de uma alegria imensurável recontar essa história nos dias de hoje”, completa.

Por trás das câmeras e fora de trabalhos, a atriz é filha caçula de uma família pequena. Guillen afirma que sua infância em Santo André, cidade localizada no ABC Paulista, foi repleta de brincadeiras na rua e aventuras em seu quintal de casa, com “tudo que nossa imaginação permitia”.

Uma de suas amigas de infância é a atriz Giovana Grigio, 23. “Ela é das minhas amigas mais antigas”, conta Grigio. “Eu não só admiro a profissional incrível que ela é, mas a pessoa maravilhosa e amorosa, que eu tenho a sorte de ter na minha vida. Fico muito feliz de ver o sucesso dela, morro de orgulho”, completa.

E nos primeiros anos de vida adulta, a atriz diz que a decisão de morar sozinha foi “um passo muito importante e delicioso” que teve. Para ela, cuidar da casa e realizar os “rituais” do dia a dia são uma forma de cuidar de si e respeitar sua própria privacidade e individualidade, algo que ela preza muito em sua essência como pessoa.

“Parto sempre do princípio do respeito”, completa ela, dizendo que respeita seu corpo e sentimentos. “Busco sempre respeitar muito a individualidade de cada ser que encontro e de suas necessidades e circunstâncias”, explica, “não acredito em nada que cerceie ou agrida alguém e seu direito de existir”.

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