Celebridades

Cher lamenta eleição de Bolsonaro: 'Esquecemos como é ter homens bons como líderes'

Pelo Twitter, cantora chamou político do PSL de porco

A cantora Cher em show em Nova York
A cantora Cher em show em Nova York - Carlo Allegri/AP
São Paulo

Após a vitória de Jair Bolsonaro (PSL) na noite deste domingo (28), a cantora Cher voltou a se manifestar no Twitter sobre as eleições brasileiras. Ela mandou "condolências aos irmãos brasileiros" e disse que o presidente americano Donald Trump "fortaleceu grupos de ódio e fãs de violência".

"Nós esquecemos como é ter homens bons como líderes. Trump prospera criando caos. Ele está mais preocupado com o seu cabelo do que com pessoas", escreveu em seu perfil na rede social. 

No sábado (27), a cantora disse que Bolsonaro deveria ser preso e ficar por lá pelo resto de sua vida.

A cantora já havia se manifestado contra o político brasileiro anteriormente. Em setembro, ela replicou uma mensagem em seu Twitter destinada aos fãs brasileiros

"Triste que o Brasil está enfrentando o seu próprio Trump. Um candidato homofóbico e racista está liderando as campanhas. Significaria muito se todos nós pudéssemos compartilhar esse #EleNão para apoiar isso", consta no texto publicado por sua página oficial, que também traduz a hashtag para inglês, #NotHim. 

Madonna também se posicionou diversas vezes. Em seu Instagram Stories (ferramenta de compartilhamento de imagens que desaparecem em 24 horas), a cantora compartilhou uma foto em que aparece com a boca vedada com uma fita onde está escrito "freedom" (liberdade, em inglês). Ela adicionou as hashtags #EleNão e #EndFacism (fim do fascismo, em tradução literal). 

Em turnê pelo Brasil, o roqueiro Roger Waters foi avisado de que não poderia fazer manifestações políticas na véspera das eleições brasileiras. No sábado (27), ele se apresentou em Curitiba.

Em seus shows anteriores, em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, ele estampou frases no telão fazendo referência ao movimento "elenão" e manifestos contra o fascismo. Mesmo assim, no seu último show, ele usou o mesmo artifício pouco antes das 22h, horário ainda permitido para manifestações políticas e escreveu no telão:  "Essa é a nossa última chance de resistir ao fascismo antes de domingo. Ele Não!". ​

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