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Angelina Jolie fala com refugiados no Peru e diz que Venezuela é 'um tipo de zona de guerra'

Venezuelanos provocam o maior êxodo da América Latina, diz ONU

Angelina Jolie com refugiadas venezuelanas em abrigo em Lima, no Peru
Angelina Jolie com refugiadas venezuelanas em abrigo em Lima, no Peru - Escobar Jaramillo/ AFP
Lucila Sigal Marco Aquino

Angelina Jolie, 43, se reuniu com refugiados venezuelanos que chegaram ao Peru fugindo da crise econômica em seu papel de enviada especial da Acnur (agência das Nações Unidas para os Refugiados), informou um comunicado da organização.

O êxodo venezuelano constitui a maior movimentação de pessoas na história recente da América Latina, disse o Acnur em seu site.

Angelina se encontrou no domingo (21) com vários venezuelanos no refúgio Sem Fronteiras, uma instituição de caridade que abriga 180 cidadãos do país petroleiro em Lima.

“A razão de estar aqui é poder explicar quem você é e o que faz, como ama a sua família e tudo que sacrificou, tudo o que está fazendo, como é corajoso e o tipo de pessoa que você é”, disse a atriz a um dos refugiados em um vídeo divulgado pela rádio local RPP.

“E para ajudar as pessoas a entenderem que a situação na Venezuela não diz respeito só a alguém querer se mudar para obter um trabalho melhor, mas que é uma espécie de zona de guerra”, acrescentou a norte-americana de 43 anos.

Ela chegou ao Peru no domingo e “estará no país durante três dias para avaliar as necessidades humanitárias dos refugiados venezuelanos, assim como os desafios que o Peru enfrenta como país de acolhida, e para debater respostas possíveis para a crise”, disse o comunicado. 

Durante sua visita, a intérprete de “Lara Croft: Tomb Raider” se reunirá com mais refugiados, representantes do governo peruano e organizações que contribuem para a reação humanitária.

Uma imagem publicada pelo Acnur em sua conta de Instagram mostra Angelina conversando com um jovem bailarino venezuelano que fugiu para o Peru e criou, em Lima, um grupo que trabalha para inspirar outros jovens e estabelecer laços com as comunidades locais através da cultura e da dança.

Reuters
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