Renato Kramer

'Papo de Segunda' aponta quatro sinais de que o casamento está acabando; saiba

Um dos temas abordados pelo "Papo de Segunda Verão" (GNT) desta semana foram os sinais de que o seu relacionamento pode estar acabando.

Segundo Marcelo Tas, são quatro os principais sintomas do fim: as reclamações terminaram, as crianças em primeiro lugar, os amigos são mais importantes e por último: um não sabe mais o que o outro está pensando.

"O desinteresse é a ante-sala do divórcio", acrescenta Tas. E passou a bola para os colegas: qual é o sinal de que o casamento está acabando pra vocês?

"Pra mim é não dar a mão no cinema", respondeu a atriz Maria Ribeiro. "Você já recebeu esse sinal?", quis saber Tas. "Já. Mas não vou contar", retrucou Maria envergonhada.

"Pra mim é a falta de admiração", solta a também atriz Mônica Martelli. "Você olha para aquela pessoa e você não a admira mais em nada. Pós falta de admiração vem a falta de tesão, falta de interesse... É tanta falta!", conclui Martelli.

"E quando você está num restaurante e a conversa está muito melhor com os amigos e você está preferindo ir pra casa dos amigos no final, ao invés de ir pra sua?", comentou Marcelo referindo-se ao colega João Vicente.

O "Papo de Segunda", programa ao vivo comandado por Marcelo Tas, estreia na segunda-feira (8), às 22h, e a gente adianta aqui os assuntos que serão abordados pelos rapazes no estúdio
Marcelo Tas no 'Papo de Segunda' - Crédito: Reprodução/GNT

"O pior momento é você chegar em casa. Você faz de tudo pra não ficar junto. O silêncio se torna aquela coisa opressora, ver televisão junto... E quando você já está sem a admiração, sem tesão e sem transar, que pra mim é um sintoma bem grande, e aparece uma cena de sexo no filme?", comenta Vicente.

Para Maria Ribeiro, outro sintoma claro é quando o casal está junto e cada um grudado no seu celular. "Tá vendo o quê aí, papai?", brinca Tas lembrando a recente bronca de Sangalo no marido Daniel durante o show. "E você muito casal hoje assim", confirma João, "é como se você estivesse conversando com alguém que está lendo uma revista, nem aí pra você".

Mônica é de opinião que se deve evitar os extremos equilibrando a relação enquanto é tempo. "Você tem que começar a sair com mais pessoas junto, chamar amigos, já que só o casal já não tem muita graça só um com o outro. Acho que a gente demoniza ou idealiza o casamento. Tem que achar um equilíbrio", observa a atriz.

Quanto à terapia de casal? "Ai, gente, pelo amor de Deus!", queixou-se Maria. "Eu fiz terapia de casal e a terapeuta ficou do lado do homem, foi horrível. A pessoa tomou partido! Ela tinha que ser expulsa da Associação dos Terapeutas!", declara a atriz.

"Dizem que se faz terapia de casal pra se separar na boa", observa João Vicente. "Isso é um mito", retruca Mônica Martelli. "80% dos casais que fazem terapia de casal conseguem a reconciliação", afirmou a comediante.

E conta um pouco de sua experiência: "Eu fiz terapia de casal. Primeiro a gente começa um acusando o outro. Se você conseguir passar dessa fase de um acusar o outro, você começa a entender que você também tem culpa e faz parte daquilo ali que está acontecendo! E quando chega nesse lugar, aí é o caminho que você percorre pra ter um reencontro", argumenta Martelli. Será? Bem, "tudo é possível àquele que crê", diz, citando uma célebre máxima do Evangelho.

Renato Kramer

Natural de Porto Alegre, Renato Kramer formou-se em Estudos Sociais pela PUC/RS. Começou a fazer teatro ainda no sul. Em São Paulo, formou-se como ator na Escola de Arte Dramática (USP). Escreveu, dirigiu e atuou em diversos espetáculos teatrais. Já assinou a coluna "Antena", na "Contigo!", e fez críticas teatrais para o "Jornal da Tarde" e para a rádio Eldorado AM. Na Folha, colaborou com a "Ilustrada" antes de se tornar colunista do site "F5"

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