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Deborah Secco diz que sociedade é machista e teria mais vergonha de fazer políticos que prostituta

A atriz foi uma das convidadas do programa Altas Horas deste sábado

A atriz Deborah Secco participa do programa Altas Horas
A atriz Deborah Secco participa do programa Altas Horas - Reprodução/Instagram/dedesecco

São Paulo

​Deborah Secco, 38, afirmou que acredita que a sua geração foi criada em uma sociedade extremamente machista e que sente machismo das próprias mulheres. Ela disse que fica triste ao ler comentários ofensivos de mulheres quando ela dá alguma declaração. 

"Fico muito triste quando dou algumas declarações e vejo a maioria das mulheres comentando: vaganbunda, piranha. Me julgam muito pelos papeis que eu fiz e sempre falo que, graças a Deus, eu não tenho vergonha nenhuma de ter feito uma prostituta, teria mais vergonha de fazer políticos no momento", disse a atriz no Altas Horas (Globo) deste sábado (7).

Ainda sobre o machismo, a atriz disse que a luta começa agora, mas que será muito longa e dura. Ela também revelou que desde que virou mãe, começou a fazer levantamento olímpico para manter a forma, mas que parou para ficar com o corpo mais feminino. 

"Desde que a minha filha nasceu voltei a fazer levantamento olímpico. Não levanto muito peso e acho uma técnica difícil e adoro coisas que parecem impossíveis. Fiquei muito forte depois da gravidez e dei uma parada para ficar com o corpo mais feminino."

Sobre Karola, sua personagem na novela "Segundo Sol", Deborah Secco afirmou que está muito feliz e que tem se divertimento muito em fazê-la. "Fazer esses personagens meio loucos, fora do padrão, é um presente para os atores. Tenho brincado muito e me divertido muito com ela."

"O João Emanuel [Carneiro] é mestre em não construir personagens só ruins, nem só bons. A Karola fez uma coisa muito errada, roubou o filho da Luzia, mas ela é uma excelente mãe, ela é apaixonada por aquele homem, apesar de também ser apaixonada pelo amante. Ela tem coisas boas e ruins", afirmou a atriz. 

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