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Huck faz filme com ideias sobre o Brasil: 'Procurei construir pontes'

Apresentador ouviu nomes como Thomas Piketty, Yuval Harari e Preto Zezé

Luciano Huck
Luciano Huck - João Miguel Júnior/TV Globo
São Paulo

Luciano Huck, 49, resolveu exercitar seu lado documentarista. O apresentador do Caldeirão do Huck (Globo) lança nesta segunda-feira (7) o longa-metragem "2021: O Ano Que Não Começou", no qual reflete sobre o futuro do Brasil e do mundo.

"A pandemia levou o mundo a uma transformação involuntária e dolorosa", avalia ele. "[O filme] é parte do meu olhar curioso e de uma vontade legítima de escutar e aprender. Uma busca por ideias, pensamentos, reflexões e propostas que possam fazer do mundo um lugar possível, mais afetivo e eficiente."

Ao longo da produção, são abordados temas como desigualdade, educação, racismo e antirracismo, capitalismo, política, pobreza, tecnologia e família. "Para isso, fui em busca de referências globais do livre pensar e procurei construir pontes", conta. "O resultado foi surpreendente."

Foram consultados intelectuais, lideranças e ativistas na busca por caminhos para enfrentar problemas do presente e construir um futuro mais próspero. Entre os entrevistados, estão o economista Thomas Piketty, o professor de história Yuval Harari, o colunista Thomas Friedman e o presidente da Central Única das Favelas (CUFA), Preto Zezé.

O filme, que estará disponível no Globoplay, também será exibido pelo canal pago GNT logo após o Papo de Segunda. Huck, aliás, estará no programa de Fábio Porchat, Chico Bosco, João Vicente de Castro e Emicida para promover o documentário.

Idealizado pelo apresentador, "2021: O Ano Que Não Começou" teve direção-geral de Guilherme Melles e direção de Fernando Acquarone. O roteiro é de Giuliana Vallone e André Brandt.

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