Celebridades

Amal Clooney faz 1ª homenagem pública a George e diz que marido é um pai incrível

Ator foi homenageado em evento com famosos de Hollywood

George Clooney com a mulher, Amal, durante cerimônia de homenagem ao ator em Hollywood
George Clooney com a mulher, Amal, durante cerimônia de homenagem ao ator em Hollywood - Chris Pizzello/Invision/AP

Los Angeles

Amal Clooney, 40, fez uma homenagem pública a seu marido, o astro de cinema George Clooney, 57, nesta quinta-feira (7), o descrevendo como um cavalheiro, um marido e pai incrível e o amor de sua vida.

A advogada de direitos humanos falou durante cerimônia repleta de celebridades, que se reuniram para homenagear a carreira do ator de “Onze Homens e Um Segredo”.

Mas, Amal disse ser mais fácil “se dirigir a um tribunal em nome de detidos do que falar publicamente, como estou fazendo pela primeira vez esta noite, sobre meu marido”.

“Conheci George quando estava com 35 anos e começando a ficar bastante conformada com a ideia de que seria uma solteirona. Foi aí que nos conhecemos”, disse Amal à plateia, composta por amigos e celebridades como as atrizes Cate Blanchett, Jennifer Aniston e Diane Keaton e a modelo Cindy Crawford.

“Cinco anos depois, ele é a pessoa que tem a minha total admiração e também a pessoa cujo sorriso me comove todas as vezes”, acrescentou.

Apesar de serem um dos casais mais populares de Hollywood desde seu casamento em 2014 e do nascimento de seus filhos gêmeos há um ano, Amal e George raramente falam sobre sua vida particular.

Na quinta-feira, George foi o centro das atenções ao ser homenageado pelo Instituto Americano de Cinema.

Amigos como o ex-presidente norte-americano Barack Obama, Julia Roberts e o apresentador de TV Jimmy Kimmel falaram sobre sua sagacidade, charme, generosidade e seu trabalho por causas humanitárias com a dos refugiados da região de Darfur, no Sudão, e as vítimas do terremoto de 2010 no Haiti.

Em março, Amal Clooney passou a fazer parte do time jurídico que está representando dois repórteres da Reuters presos em Mianmar, acusados de posse de documentos confidenciais do governo, em um caso que se tornou um marco para a liberdade de imprensa.

Reuters
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