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Festival de comidas gigantes é cancelado em Guarujá; organização vê falta de segurança

Evento, que promete maior coxinha do Brasil, acontecerá em São Pedro; Município diz que não recebeu documentação

Festival de Comida Gigante acontece na cidade de São Pedro após conflito com Guarujá
Festival de Comida Gigante acontece na cidade de São Pedro após conflito com Guarujá - Reprodução
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São Paulo

A 20ª edição do Festival de Comidas Gigantes, que promete levar ao público a maior coxinha do Brasil e que aconteceria na praia da Enseada, em Guarujá, foi cancelada e transferida para a cidade de São Pedro, no interior paulista.

O motivo, segundo a organização do evento, foi a falta de segurança. Conforme Elaine Vilela, que está à frente do festival, mesmo após apresentar toda a documentação necessária -que ela afirma ter provas de ter entregue-, a prefeitura teria comunicado na última semana que haveria mais um evento no município e que o ideal seria a mudança de toda a estrutura para outra localidade.

Porém, essa solução não foi bem aceita. "Em 20 edições isso nunca havia acontecido. Apresentamos tudo e queriam nos mandar para um local da cidade que era mais perigoso. Não vamos colocar um evento com vários expositores, com palco e receber crianças de forma arriscada", diz ao F5.

O festival agora vai acontecer entre os dias 12 e 15 de outubro em São Pedro. "Vamos honrar os contratos com os músicos e expositores. Será feito com toda a segurança e respaldo dos órgãos públicos, assim como deve ser."

Procurada, a prefeitura de Guarujá afirma que o evento dependeria de documentos para sua realização como 45 dias de antecedência e que isso não teria ocorrido, como um relatório de impacto de trânsito e um estudo de impacto de vizinhança.

Já sobre a questão da mudança de local, disse em nota que a Praça Horácio Lafer é reservada para pousos e decolagens do helicóptero da Polícia Militar em feriados prolongados, como será o caso, e que esse seria a razão para a alteração.

"O município refuta a suposta 'falta de garantias' ou mesmo 'falta de respaldo de órgãos oficiais' para o virtual 'cancelamento' de evento que sequer chegou a ser requerido dentro do prazo preestabelecido", encerra em comunicado enviado ao F5.

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