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'Salvator Mundi', obra mais cara do mundo atribuída a Leonardo Da Vinci, pode estar escondida em iate

Paradeiro do quadro é mistério desde 2017

A pintura Salvator Mundi, disposta em museu na França
A pintura Salvator Mundi, disposta em museu na França - Tolga Akmen-24.out.2017/AFP
São Paulo

Desde a sua venda pelo valor recorde de US$ 450 milhões, o paradeiro de "Salvator Mundi", atribuída a Leonardo da Vinci, tornou-se um dos maiores mistérios do mundo da arte. 

Mas nesta segunda-feira (10), o marchand de Londres Kenny Schachter deu algumas pistas ao site Artnews: a pintura estaria no gigantesco iate do herdeiro da coroa saudita, príncipe Mohamed bin Salman.

Desde sua venda pelo preço recorde, em 2017 na Casa Christie's, a pintura jamais foi exibida em público, o que gerou especulações sobre seu proprietário, paradeiro e autenticidade.

Muitos especialistas em arte debatem se a obra é realmente de Leonardo ou se foi pintada por um de seus alunos.

Segundo o Wall Street Journal, a obra foi arrematada pelo príncipe saudita Badr bin Abdullah, que teria agido em nome do herdeiro da coroa, conhecido por suas iniciais MBS. Riad jamais confirmou ou negou a informação. 

Schachter escreveu que "nas turvas águas do Oriente Médio, nada é claro como o cristal", mas citando várias fontes, incluindo dois envolvidos na venda, o marchand garantiu que a pintura "foi levada no meio da noite, no avião de MBS, e colocada em seu iate". 

Mais adiante, Schachter escreveu que a obra permanecerá a bordo do enorme iate até que seja levada à localidade de Al-Ula, que a Arábia Saudita pretende transformar em um pólo cultural e turístico.

AFP
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