Música

Produtor musical diz que novo projeto dos Titãs não é a primeira ópera-rock do Brasil

'Doze Flores Amarelas' foi experimentado numa temporada de shows da banda

A banda de rock Titãs na estreia do espetáculo ópera-rock "Doze Flores Amarelas" no Sesc Pinheiros
A banda de rock Titãs na estreia do espetáculo ópera-rock "Doze Flores Amarelas" no Sesc Pinheiros - Mariana Pekin-12.abr.2018/UOL/Folhapress

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São Paulo

O produtor musical Pedro Eleftheriou questiona a informação divulgada pelos Titãs de que o projeto "Doze Flores Amarelas" é a primeira ópera-rock do Brasil.

Segundo ele, o extinto grupo Ano Luz (depois chamado III Milênio) gravou uma ópera-rock no fim dos anos 1980, intitulada "Aliança dos Tempos", desenvolvida pelo compositor Gil Vieira. De acordo com Eleftheriou, a banda fez apresentações em centros culturais da capital.

Ao lançar "Doze Flores Amarelas", no fim de março, os Titãs afirmaram se tratar da primeira ópera-rock nacional. A informação foi divulgada pelo grupo no material distribuído à imprensa.

Questionada sobre a versão apresentada por Pedro Eleftheriou, a assessoria de imprensa da banda afirmou: "Até onde os Titãs sabem, essa foi realmente a primeira ópera-rock feita por uma banda de rock, mas eles nunca afirmaram. Sempre disseram, nas entrevistas inclusive, que tem a do Arrigo Barnabé".

A produção "O Homem dos Crocodilos", composta por Barnabé e lançada em 2015, trata-se de uma ópera tradicional. "Se a produção desse senhor [Eleftheriou] se intitulava assim [ópera-rock], nós nunca tivemos conhecimento, porque não foi algo divulgado", diz a assessoria.

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