Cabelo, Make & Mais

Cabelo e coloração: Novos jeitos de conquistar um marrom iluminado

O cabeleireiro Anderson Couto revela as tendências de cor para morenas

Foto para coluna de Maria Cecilia Prado
Foto para coluna de Maria Cecilia Prado - Reprodução/Instagram/gioanto

A vida das loiras pode ser bem divertida. Mas a das morenas, garanto, não tem ficado atrás. Porque mudar a cor do cabelo sem trocar de identidade está cada dia mais fácil. Há tantas inovações surgindo --de técnicas e de produtos-- que dá para ser uma morena diferente a cada semana. Ou, pelo menos, atualizar o visual do castanho sem precisar sair da zona de conforto.

Dias atrás, assisti a uma série de palestras da Wella sobre novas técnicas e produtos relacionados à coloração. E aproveitei a oportunidade para conversar com o especialista em cor, o cabeleireiro carioca Anderson Couto, sobre o que há de novo para quem tem fios escuros. 

Confira cinco pontos abordados com Anderson Couto sobre o assunto:

1. Os castanhos frios estão mais em alta


Saem de cena os marrons muito dourados ou avermelhados, sobe a cotação dos tons neutros ou frios. Mas isso não significa que o novo castanho seja opaco e sem vida. “Ele tem reflexos sim, mas eles são cor de mel ou levemente acobreados”, diz o especialista. O cabelo da atriz e produtora americana Jessica Biel exemplifica muito bem essa tendência.

2. Os reflexos estão saindo das pontas e se concentrando no comprimento


Apesar de as brasileiras ainda gostarem muito de usar um cabelo mais claro nas pontas, a proposta atual é ter a raiz mais escura, iluminar o comprimento e deixar as pontas em um tom intermediário – nem tão claro, nem tão escuro. Quer entender melhor o efeito? Então cheque o visual da atriz Giovanna Antonelli.

3. Moderno, agora, é brincar com a assimetria


Quanto mais as mechas parecerem ter sido distribuídas de forma aleatória pelo cabelo, mais contemporânea a imagem fica. E mais impactante também, como dá para conferir na foto da modelo americana Bella Hadid.

4. As morenas, agora, têm mais alternativas na hora de iluminar a aparência


Os produtos do tipo plex, que surgiram no mercado há algum tempo, ajudam a proteger a fibra capilar quando se faz  mechas ou reflexos. Misturados ao preparado descolorante, fazem com que seja possível remover ou suavizar o pigmento escuro sem que o fio fique tão fragilizado. 


A Wella, marca da qual Anderson Couto é embaixador, acaba de lançar a sua versão para o produto, que tem alguns diferenciais. Sua tecnologia é alcalina, um truque de formulação que permite blindar a fibra contra os danos sem comprometer a qualidade (não há amarelamento) e a velocidade do clareamento. Além disso, ao mesmo tempo em que despigmenta, o sistema Wella Plex ajuda a reforçar a estrutura. Para quem tem cabelo castanho, ou seja, um fio que não clareia com muita facilidade (e que, quando clareia, pode ficar manchado ou danificado), é um tipo de recurso bem interessante.

5. Respeitar a mãe natureza continua sendo uma boa ideia


Na hora de fazer mechas ou reflexos, ou de mudar a tom do seu castanho, o melhor é escolher nuances que conversem com a tonalidade natural do fio. Mel, avelã e chocolate são cores que combinam muito bem com um fundo natural castanho. Eles conseguem trazer luminosidade sem brigar com o tom da pele ou da sobrancelha. “Acendem o visual com naturalidade e, exatamente por causa disso, deixam a mulher morena muito mais bonita”, afirma o especialista. Gal Gadot, com suas levíssimas mechas em tom acobreado, sabe muito bem disso.

A colunista MARIA CECÍLIA PRADO acompanhou o evento Wellaplex e Wella Fusion a convite da Wella.

Cabelo, make & mais

Maria Cecília Prado (@mceciliaprado) é jornalista especializada em beleza, lifestyle e consumo. Foi editora nas revistas "Elle", "Claudia" e "Estilo" e escreveu o livro a "Beleza dos Signos". Atua como consultora, desenvolve conteúdos customizados e coordena o site "Beauty Editor", referência em tendências, notícias de beleza e reviews de produtos.

Final do conteúdo

Últimas Notícias

Comentários

Ver todos os comentários Comentar esta reportagem