Cinema e Séries

Série que mostra brigas entre personagens de Arlete Salles e Vera Holtz conclui gravações

'Eu, a Vó e a Boi' estreará no Globoplay e tem autoria de Miguel Falabella

Arlete Salles e Vera Holtz na série 'Eu, a Vó e a Boi', do Globoplay
Arlete Salles e Vera Holtz na série 'Eu, a Vó e a Boi', do Globoplay - Globo/Estevam Avellar
São Paulo

Foram encerradas as gravações dos 12 episódios que vão compor a primeira temporada da série cômica “Eu, a Vó e a Boi”, de autoria de Miguel Falabella. O projeto deve estrear em breve no Globoplay e mostra situações absurdas e brigas de duas velhinhas vizinhas, protagonizadas por Arlete Salles e Vera Holtz.

Na narrativa, ambas têm uma história de inimizade de mais de 60 anos. De um lado, Turandot (Arlete Salles), e do outro Yolanda (Vera Holtz), chamada “carinhosamente” pela rival de “Boi”. Já aposentadas e viúvas, ambas vivem frente a frente e adoram fazer boicotes diários uma com a outra, para desespero do neto em comum, Roblou (Daniel Rangel).

A situação de caos na rua piora depois que os respectivos filhos das duas matriarcas se apaixonam. Norma (Danielle Winits) e Montgomery (Marco Luque) ficam juntos e geram netos, mas nem mesmo dessa forma há uma trégua entre ambas

“Embora seja uma série de humor, com tipos muito inusitados, ela também coloca o dedo na ferida. Hoje temos um país sentido, dividido. O discurso é sempre da truculência. E isso é o que a avó e a Boi fazem nessa história. Elas não argumentam, elas agem uma contra a outra. São situações engraçadas, mas por trás desse humor as coisas são ditas”, revela o autor, Miguel Falabella.

Segundo o diretor artístico, Paulo Silvestrini, todos os personagens são “alucinados”. “As relações também são alucinadas. Na série não há uma cronologia muito rígida. São fatias de emoção. Os personagens reagem aos estímulos das situações propostas. É como se fosse a toca do coelho da Alice, em que a gente mergulha e vai viver um universo paralelo.”

Para Arlete Salles, é mais um presente entregue por Falabella. “O Miguel sempre me traz grandes personagens e a Turandot é um deles. É um trabalho contemporâneo, moderno. Tem a poesia, tem a crítica, tem a sátira. Já estou vivendo com saudades no coração”, comenta.

Apesar de em cena não se dar bem com Arlete por conta da rivalidade na trama, fora dela foi tudo uma maravilha com a amiga, segundo Vera Holtz. O resultado poderá ser visto em breve. “A nossa sintonia foi imediata! A equipe toda era maravilhosa”, elogia.

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