Celebridades

Caio Castro é condenado a pagar indenização de R$ 7.000 por agredir fotógrafo em Trancoso

Ator disse que não vai se pronunciar

Caio Castro na pré-estreia de "Cinquenta Tons de Liberdade", no JK Iguatemi - Zanone Fraissat 7.fav.2018/Folhapress
São Paulo

O ator Caio Castro foi condenado a pagar R$ 7.000 de indenização ao fotógrafo André Ligeiro, que o processou após ter sido agredido em uma festa no Réveillon de 2017, em Trancoso, na Bahia. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo, nesta quinta-feira (24). 

Em nota, a assessoria de Caio Castro afirma que a ação tramita em segredo de justiça e que não irá se pronunciar. "Os advogados do ator estão em busca do responsável pelo vazamento das informações que serão responsabilizados nos termos da Lei", diz o texto..

Já os advogados de André Ligeiro afirmaram que, "diante dos inúmeros elementos de prova", a condenação "já era aguardada", mas que vão recorrer para aumentar o valor da indenização fixado. "A nosso ver, a quantia arbitrada não observa a gravidade da lesão e a capacidade econômica das partes", diz o texto enviado ao F5. 

Inicialmente, ao entrar com uma ação na Justiça, André Ligeiro pediu indenização de R$ 100.000 por danos morais. A informação foi publicada na coluna de Mônica Bergamo, em 2017. 

Na época, dias depois do ocorrido, Caio Castro afirmou que ficou nervoso e perdeu a razão ao agredir o fotógrafo com uma cabeçada. 

Em uma transmissão ao vivo numa rede social, o ator afirmou que não estava tentando justificar o episódio, mas queria explicar com as próprias palavras o que tinha acontecido.

Castro contou que havia viajado a Trancoso a convite de uma empresa que promove festas. Na segunda noite, o dono dessa empresa, um amigo dele, o chamou para ir a um evento de uma concorrente.

Para evitar qualquer problema entre as marcas, o ator pediu que a assessora de imprensa da empresa combinasse com os fotógrafos que ninguém o retratasse naquele evento. Foi quando um rapaz surgiu com uma máquina.

"Deu um minuto, veio um rapaz, levantou a máquina fotográfica dele. Eu olhei para a assessora para saber o que tinha acontecido, e o fotógrafo foi embora correndo. A minha reação foi de ir atrás para pelo menos falar que tínhamos combinado não fazer foto", contou Castro.

"Eu já estava nervoso, quando eu segurei. Aí veio um segurança me puxando. Naquele puxa-puxa, eu perdi a cabeça, perdi a razão, e aconteceu o que aconteceu. Agora, talvez ele não tenha culpa de nada. Eu estou totalmente errado. Não estou aqui para justificar meu erro. Violência não leva a lugar nenhum", declarou.

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