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Bruna Marquezine confirma fim de namoro com Neymar: 'Não foi por desentendimento político'

'Foi uma decisão que partiu dele', afirmou a atriz

A atriz Bruna Marquezine na festa de 30 anos da Le Lis Blanc no Jockey Club de São Paulo
A atriz Bruna Marquezine na festa de 30 anos da Le Lis Blanc no Jockey Club de São Paulo - Thiago Duran/AgNews
Beatriz Vilanova
São Paulo

Bruna Marquezine, 23, confirmou nesta quinta-feira (18) o fim do namoro com o jogador do PSG (Paris Saint-Germain) Neymar Jr., 26. Os dois estavam juntos desde dezembro de 2017, depois de algumas idas e vindas.

"Foi uma decisão que partiu dele, mas ainda existe muito respeito, muito carinho, por ele e por tudo que a gente viveu", disse a atriz, que participa da festa de 30 anos da grife Le Lis Blanc no Jockey Club de São Paulo, na zona oeste da cidade. 

Afastada da televisão desde o término de "Deus Salve o Rei", Marquezine disse ainda que a causa do término do relacionamento não foi divergência política. "Tem uma só coisa que eu queria esclarecer: vi muita gente falando que esse término foi por um desentendimento político e eu queria deixar isso claro: 'Não foi por isso.'"

“Quero que isso fique claro porque a gente está vivendo um momento muito crítico, muito perigoso, de muito ódio, em que as pessoas estão realmente deixando de se falar e de se gostar”, completou.

A atriz ainda falou sobre sua relação com a moda e como as pessoas se espelham nela. "Acho legal, me sinto feliz, lisonjeada. Não deixa de ser uma forma de elogio, de dizer que as pessoas gostam do que eu uso. Fico feliz!"

DIVERGÊNCIA POLÍTICA

Os rumores de uma possível separação entre os dois começaram logo após o primeiro turno das eleições, quando circularam comentários de que Neymar e sua família apoiava o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). 

O atacante da seleção brasileira não declarou apoio nem repúdio a nenhum dos candidatos, ao contrário de Bruna Marquezine, que se manifestou a favor do movimento #EleNão. Neymar estava longe das urnas no dia 7, pois atuava pelo PSG. Na partida, ele marcou um, na goleada de 5 a 0 sobre o Lyon. No dia seguinte, ele se apresentou à seleção, em Londres, para dois amistosos.

O jogador até poderia ter votado em trânsito na capital francesa, mas a reportagem apurou que ele não o fez, assim como a maioria dos jogadores brasileiros, por conta das partidas dos seus respectivos clubes. Apesar de não manifestar apoio, Neymar curtiu publicação de apoio ao candidato do PSL, Jair Bolsonaro, feita pelo ex-companheiro do Santos, Alan Patrick, que atualmente atua no Shakhtar Donetsk, da Ucrânia.

A mãe de Neymar, Nadine Gonçalves, chegou a escrever nos comentários dos post: "Deus abençoe este filho e sua família". A reportagem apurou que a família Santos votou em peso no número 17, para desespero de Marquezine.

A atriz evitou confrontos, mas não negou seu desconforto com a situação. "Neymar ficou entre a cruz e a espada. A sorte é que os dois não são tão radicais e respeitam as opiniões e as escolhas de cada um", entregou um amigo, próximo do jogador.

Em 2014, Neymar declarou seu apoio a Aécio Neves nas eleições presidenciais. O camisa 10 disse ter escolhido o candidato tucano por se identificar com seu plano de governo. Na época, o jogador revelou ter tomado a decisão ao lado da família​.

MAIS RUMORES

Antes mesmo da divergência política entrar nos rumores da separação do casal, internautas começaram a especular um possível rompimento quando Neymar deixou de seguir Bruna Marquezine nas redes sociais. O fato teria acontecido no final de agosto. Na ocasião, o craque afirmou que tudo não passava de uma confusão matinal.

"Calma gente, acordei cedo e fui stalkear a minha amada namorada e sem querer parei de seguir. Mas voltei rápido (eu pensei, né, porque vocês são mais rápidos). Enfim, está tudo certo entre nós, seguimos nos amando e juntos", escreveu em seu perfil em uma rede social.

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