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'Foi uma covardia', diz Ary Fontoura após ser assaltado por oito homens armados no Rio

O ator Ary Fontoura antes da estreia da peca "Num Lago Dourado", em São Paulo
O ator Ary Fontoura antes da estreia da peca "Num Lago Dourado", em São Paulo - Salibian, Greg Salibian-08.abr.2017/Folhapress


O ator Ary Fontoura, 84, e um amigo foram assaltados por oito homens armados na avenida das Américas, na Barra da Tijuca, quando voltavam para o Recreio, bairro nobre da zona oeste do Rio de Janeiro.

"Eles eram oito, estavam de carro e nos fecharam na entrada de um viaduto pouco depois de uma da manhã", afirmou Ary Fontoura à coluna Gente Boa, do jornal "O Globo". O assalto aconteceu na madrugada desta sexta (30).

Fontoura disse ainda que os criminosos eram "sádicos" e o trataram com deboche e que quase foi reconhecido. "Foi horrível, mas eu disse que não era eu, que eu era parecido com o Ary Fontoura mas não era ele. Acho que ele acreditou, porque senão poderia ter sido até pior."

Depois do assalto, o ator da Globo foi até uma delegacia para registrar o boletim de ocorrência e diz ter encontrado apenas um policial no local. "A situação no Rio é caótica, não tem ninguém para nos proteger. Depois de tudo, fomos à delegacia. Estava vazia, escura, com só um policial que parecia assustado e com medo de alguém passar atirando, metralhar tudo, porque isso agora parece que virou moda."

PEÇA EM SÃO PAULO

Atualmente, o ator Ary Fontoura protagoniza versão teatral de longa dos anos 1980: "Num Lago Dourado", peça escrita pelo autor americano Ernest Thompson. Ela está em cartaz no Teatro Renaissance, no centro de São Paulo. 

Fontoura e Ana Lucia Torre, 71, interpretam o casal protagonista, vividos no longa por Henry Fonda e Katharine Hepburn (1907-2003) –ambos ganharam o Oscar por suas atuações. Tatiana de Marca (como Chelsea, a filha), André Garolli, Fabiano Augusto e Lucas Abdo também estão no elenco.

Ao ser montada no Teatro Renaissance a partir deste sábado (8), a trama abre mão do drama que percorre a ficção e a realidade da versão cinematográfica de Mark Rydell e destaca outras nuances da história, como o humor.


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