Aviso
Este conteúdo é para maiores de 18 anos. Se tem menos de 18 anos, é inapropriado para você. Clique aqui.

Você viu?

Tigre malaio é morto após morder braço de homem em zoológico na Flórida

Ele entrou em área não autorizada e policial foi obrigado a atirar em animal

Tigre malaio Eko no zoológico de Naples, na Flórida
Tigre malaio Eko no zoológico de Naples, na Flórida - Reprodução @naples_zoo
  • Salvar artigos

    Recurso exclusivo para assinantes

    assine ou faça login

São Paulo

Um policial atirou e matou um tigre ameaçado de extinção no zoológico de Naples, na Flórida, na noite de quarta (29). Eko, um tigre malaio de oito anos, foi encontrado mordendo o braço de um funcionário terceirizado de limpeza.

Segundo o zoológico, o policial encontrou o tigre mordendo o braço de River Rosenquist, 26. Ele tentou fazer Eko soltar o braço do homem, mas não teve outra opção a não ser atirar no animal para salvar a vida de Rosenquist.. O animal morreu no local e funcionário gravemente ferido e foi levado a um hospital local.

O zoológico informou, em seu perfil no Instagram, que Rosenquist entrou em uma área não autorizada depois que o zoológico havia sido fechado. "Rosenquist, que já havia rompido uma barreira inicial, passou a mão pela cerca e o tigre a agarrou e puxou seu braço para dentro", diz o comunicado.

O zoológico lamentou nesta quinta (30) no Instagram a morte do tigre malaio Eko, que chegou ao local em dezembro de 2019. "Sua falta será profundamente sentida e nós sinceramente apreciamos o amor e o apoio da comunidade enquanto navegamos neste momento difícil."

O local ficou fechado nesta quinta (30) para que as autoridades concluíssem a investigação e para uma investigação interna. Um conselheiro de luto também estará disponível para os funcionários do local. "Agradecemos nossa comunidade por sua compreensão e pelas mensagens e palavras de incentivo e apoio."

Final do conteúdo
  • Salvar artigos

    Recurso exclusivo para assinantes

    assine ou faça login

Comentários

Ver todos os comentários Comentar esta reportagem