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Mais que medalhas: Veja 15 momentos marcantes das Olimpíadas de Tóquio

Música, choro e superação marcam evento que acaba neste domingo

Rayssa Leal, Douglas Sousa e Karen Jonz Montagem

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São Paulo

As Olimpíadas de Tóquio acabam neste domingo (8) deixando em seu legado não apenas medalhas, recordes e perrengues provocados pela pandemia da Covid-19. Os Jogos movimentaram redes sociais, provocaram choro e também fizeram despontar nomes antes desconhecidos.

Verdade que todas as Olimpíadas são históricas e repletas de momentos marcantes, mas a de 2020 com certeza deve ser uma recordista, principalmente pelo momento em que acontece, com atraso de um ano, no meio de uma pandemia, e sem público. Um dos fatos mais tristes da edição.

Outras situações, no caso uma reclamação, começaram antes dos Jogos e continuaram a causar polêmica durante o evento, como o pedido do surfista Gabriel Medina, 27, para que sua mulher, a modelo Yasmin Brunet, 33, o acompanhasse na viagem, o que foi negado pelo Comitê Olímpico Brasileiro.

Houve desabafo público, provocação de outros atletas e até boatos de gravidez para movimentar as redes sociais, mas no final Brunet acompanhou o amado de casa mesmo, e ele amargou uma quarta colocação, apesar de fazer bonito nas praias japoneses. O ouro do surfe veio com Ítalo Ferreira, 27.

Mas o que mais aconteceu nessas Olimpíadas foi a descoberta de novos talentos. Algumas das pessoas já eram conhecidas, estavam até classificadas para os Jogos, mas agora caíram na graça do público. É o caso da skatista Rayssa Leal, 13, a medalhista mais nova do Brasil, e de Douglas Souza, 25, do vôlei.

Mesmo não-atletas despontaram durante o evento, como Karen Jonz, 35, que esbanjou naturalidade como comentarista do SporTV, e os músicos MC João, 24, e Kyan, 23. O primeiro, dono do funk “Baile de Favela”, que embalou Rebeca Andrade, 22, que levou um ouro e uma prata na ginástica artística, e o segundo, inspiração de Alison dos Santos, 21, bronze nos 400 m com barreira.

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