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Criador de 'Baby Shark' agora visa mercado chinês com dinossauros

Música dos tubarões virou até hino de time de beisebol americano

Torcedor do Washington Nationals com chapéu 'Baby Shark'
Torcedor do Washington Nationals com chapéu 'Baby Shark' - Alex Edelman/AFP
Seul

​​O criador da canção infantil “Baby Shark”, que se tornou um fenômeno global, disse que sua empresa está visando o mercado chinês, onde a música não chegou a fazer sucesso, com novos personagens que incluirão dinossauros.

A canção popular sobre uma família de tubarões se tornou um grito de guerra nos protestos antigoverno do Líbano, foi tocada na Casa Branca e elogiada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, e se tornou o hino informal do Washington Nationals, campeão da liga norte-americana de beisebol – além de motivar paródias e uma febre de dança.

O cofundador e principal autoridade financeira da editora sul-coreana por trás da música e do vídeo virais –este o quinto mais visto da história do YouTube –disse que agora visará a China para que “Baby Shark” seja mais do que um sucesso momentâneo.

“Quem imaginaria que tubarões poderiam se tornar tão populares?”, indagou Ryan Lee, de SmartStudy, durante uma entrevista à Reuters. “Crianças que gostam de dinossauros certamente existem em todo o mundo, mas não há nenhuma marca ligada a eles.”

A canção “Baby Shark”, que teve mais de 3,9 bilhões de visualizações no YouTube, é de propriedade da SmartStudy, empresa sul-coreana que planeja lançar ações na bolsa.

Reuters
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