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Conheça o poke, prato tradicional do Havaí que tem conquistado cada vez mais os paulistanos

Servido em tijela, prato tem como base peixe cru e arroz japonês

Kenny Chan posa para foto apresentando o poke
O empresário Kenny Chan abriu o restaurante Kauai, no Tatuapé - Rubens Cavallari/Folhapress
Descrição de chapéu Agora
Fabiana Schiavon
São Paulo

A comida havaiana está ganhando a capital paulista, e o prato principal é o poke. Servido em uma tigela, mistura diversos ingredientes e tem como base peixe cru e gohan, arroz japonês. Mais tradicional ou com um toque brasileiro, a receita vem conquistando adeptos.

Um dos endereços mais fiéis às origens do prato é o ​Kauai, no ​Tatuapé (zona leste). Em visita ao Havaí, o proprietário, Kenny Chan, aprendeu a fazer os molhos típicos e a forma correta de preparar a apreciada receita.

"O segredo é ter um equilíbrio entre a crocância e a cremosidade, ou entre o doce e o cítrico. E a ideia é mesmo fazer uma gororoba, misturar tudo e sentir um sabor único”, diz Chan.

A autônoma Elaine Arguellas, 49, experimentou o poke, adorou e, agora, leva a família toda para comê-lo. "Já chamei todo o mundo para ir comigo. É uma comida muito parecida com a japonesa, que a gente já gosta muito. É também saudável e leve", diz.

O sucesso do prato fez com que surgisse poke até em restaurantes com outras especialidades. O japonês Koi Itaim abraçou a receita há alguns meses. “A nossa opção tem gohan e salmão ou atum. Complementamos com cebolinha, amêndoas, kani, sunomono, batata-doce empanada e avocado”, diz Flávio Tanaka, gerente da unidade.

Há dois anos, o chef Gabriel Fernandes e seus sócios foram apresentados ao poke e abriram o restaurante Hi Pokee, em Cerqueira César (centro). “Um amigo nos contou que esse prato é consumido em qualquer lugar, no Havaí”, conta Fernandes. O endereço tem opções prontas, mas o cliente pode montar o poke de acordo com seu gosto. O menu tem sucos naturais e pratos quentes não havaianos.

Outro lugar no estilo “faça você mesmo” é o Let‘s Poke, no Itaim Bibi e na Vila Olímpia (zona sul). “A maioria dos clientes preferem montar o seu próprio poke. Quando o cliente faz escolhas que parecem não ser muito acertadas, a gente dá um toque de como é possível melhorar o prato dele”, diz explica Ricardo Bottura, sócio proprietário do estabelecimento.

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