BBB22
Descrição de chapéu LGBTQIA+

BBB 22: Após torpedo para Linn com pronome masculino, fãs se mobilizam contra transfobia

'Linn merece respeito' chegou ao primeiro lugar entre os assuntos do momento

Linn da Quebrada - Fabio Rocha/Globo
  • Salvar artigos

    Recurso exclusivo para assinantes

    assine ou faça login

Campinas

Desde que chegou à casa do BBB, na quinta-feira (20), Linn da Quebrada tem se posicionado quanto à sua identidade de gênero. A cantora, que tem o pronome "ela" tatuado na testa, se apresentou aos brothers como uma travesti, e explicou que quer ser chamada de Lina, ou Linn da Quebrada.

Apesar disso, não foram raros os deslizes dos participantes ao se referirem à artista. Na noite do mesmo dia, Rodrigo usou um termo depreciativo para se referir a uma travesti, e foi corrigido por Vinicius e Maria.

No dia seguinte, ele procurou Lina para pedir desculpas, e disse que não sabia que a palavra era pejorativa.

Já neste sábado (22), a situação de desconforto partiu dos torpedos anônimos enviados pelos brothers na hora do raio-x. Lina recebeu uma mensagem que se referiu a ela no masculino, questionando seu status de relacionamento.

"Vc está solteiro? Tem alguém perguntando aqui KKKK", dizia a mensagem que além do pronome incorreto, a risada ao fim deu a entender que se tratava de uma piada com a cantora.

Diante do acontecimento, internautas se posicionaram nas redes sociais contra a transfobia. A mensagem foi alterada para: "Vc está solteiro (a)? Estão perguntando aqui KKKKKK" depois do alvoroço.

No Twitter, a frase "Linn merece respeito" está em 1° lugar entre os assuntos do momento, com mais de 60 mil tweets. Junto com ela, o posicionamento "Transfobia é crime" tem se destacado, chegando à 3ª posição até a publicação da matéria.

Entre os tweets, fãs pedem que a direção do programa identifique os autores das mensagens. Outros sugerem que Tadeu Schmidt converse com os participantes sobre o assunto.

O perfil da cantora também se posicionou: "Infelizmente, em poucas horas já assistimos pelo menos 5 episódios de violências transfóbicas. Nem mesmo as mais de 50 câmeras são capazes de inibir a transfobia sistêmica do Brasil", diz a publicação.

Final do conteúdo
  • Salvar artigos

    Recurso exclusivo para assinantes

    assine ou faça login

Comentários

Ver todos os comentários Comentar esta reportagem