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Em 'Novo Mundo', dom Pedro 1° se torna príncipe regente e abre caminho para a Independência

Caio Castro fala sobre carinho pelo personagem e importância da novela de 2007

Dom Pedro ( Caio Castro ) - João Miguel Júnior/Globo
São Paulo

Depois de chegar ao Brasil, se casar com Leopoldina (Letícia Colin) e passar pela comovente separação de Noémie (Luisa Micheletti), sua amante francesa, dom Pedro 1° (Caio Castro) é obrigado a embarcar de volta a Portugal.

O movimento dentro da trama da novela "Novo Mundo" (Globo), que acontece a partir de sábado (11), abre pretexto para que Dom Pedro 1° se torne príncipe regente, e dê início ao processo de Independência do Brasil.

"Dom Pedro foi um personagem muito importante pra mim", diz Caio Castro, intérprete do personagem. "Criei uma conexão especial e inexplicável. Foi quase como se eu tivesse tido uma permissão ancestral para dar vida a esse dom Pedro. O personagem ganhou o carinho do público e recebeu um destaque muito bacana na trama, foi um trabalho intenso e muito gratificante."

O que você achou de ‘Novo Mundo’ ter sido escolhida para voltar ao horário das seis?
Fiquei surpreso e muito feliz. Foi um personagem que mostrou momentos distintos do meu trabalho como ator. Está sendo muito legal poder rever isso. E vale destacar a boa iniciativa da Globo em colaborar com o combate da propagação do coronavírus cancelando as gravações e trazendo essas novelas em edições especiais. Foi importante e necessário para enfrentarmos essa pandemia.

Qual a importância desse personagem na sua carreira?
Dom Pedro 1° foi um personagem muito importante pra mim. Criei uma conexão especial e inexplicável. Foi quase como se eu tivesse tido permissão ancestral para dar vida a esse dom Pedro. O personagem ganhou o carinho do público e recebeu um destaque muito bacana na trama, foi um trabalho intenso e muito gratificante.

Qual cena gostaria de rever?
A cena da declaração da independência, com certeza. Foi um momento muito especial e me emocionei gravando. Retrata um momento histórico do nosso país.

O que você tem ouvido dos amigos e do público desde que foi anunciada a volta da novela?
Eu sinto e vejo que a novela conquistou o carinho do público e acredito que isso tem relação com o fato de a trama contar, de forma mais lúdica, um pouco da história do Brasil. As pessoas se identificam, criam uma relação emocional e afetiva. Tenho recebido muitas mensagens bacanas de pessoas que estão felizes com o retorno da novela e de dom Pedro 1°.

Como tem percebido a recepção do público depois de três anos da estreia, em 2017?
Muito bem. Tem pessoas que querem rever a história que, como disse, criaram uma relação afetiva, outras que não conseguiram acompanhar na época e podem ver agora. Estamos vivendo um momento frágil e de muita incerteza, e ter algum entretenimento que leve um pouco de alegria e diversão para as pessoas é muito bom e bem-vindo.

Tem alguma característica ou algo que aprendeu com o personagem que ficou para a sua vida?
Faz tanto tempo, mas acho que de dom Pedro 1° ficaram os ensinamentos da aula de violino. Ainda sei tocar algumas músicas. Aprendi um pouco mais sobre cavalos, a montar, e consegui me relacionar melhor com eles depois da novela.

Como ficou a relação com a equipe?
Conheci grande parte durante o trabalho e ainda falo com a maioria, até hoje. Temos um grupo e nos falamos por lá.

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