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Zapping - Cristina Padiglione

Elenco da novela das sete experimenta o 'beijo na boca' da bolinha de tênis

Atores comentam sobre estratégias para gravar cenas românticas

Simulação de efeitos para novelas na pandemia
Simulação de cena de beijo/aproximação para ser finalizada na pós-produção em tempos de pandemia, segundo apresentação de Uno de Oliveira, supervisor de efeitos da Globo - Reprodução
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Não é fácil fechar os olhos na hora certa e demonstrar romantismo enquanto se beija uma bolinha de tênis ou se sussurra para uma placa de acrílico. Em entrevista coletiva nesta terça (11), o elenco de “Salve-se Quem Puder”, novela que volta com capítulos inéditos a partir de segunda (17), falou sobre a experiência de contracenar em tempos de pandemia.

Como não há novela sem beijo na boca, os atores tiveram de fugir do recomendado contato físico e muitas vezes beijar uma bolinha de tênis, que na pós-produção seria substituída pela imagem dos lábios de seu par.

“A gente não podia encostar na placa de acrílico para não embaçar e para não imprimir”, contou Juliana Paiva. “Isso quando não dava ataque de riso e tinha que gravar de novo”, lembra Rodrigo Simas. O elenco também está ansioso para conferir na tela como ficou a maquiagem feita por cada um.

ENQUANTO ISSO...

Nos bastidores de uma gravação externa, longe do ar condicionado dos estúdios, Mariana Ximenes dá vazão ao calor da condessa vivida por ela em “Nos Tempos do Imperador”, próxima novela das seis, onde ela é amante de D. Pedro 2º, personagem de Selton Mello. A estreia ainda não tem data.

Mariana Ximenes em Nos Tempos do Imperador
Mariana Ximenes brinca com figurino da condessa nos bastidores da novela "Nos Tempos do Imperador" - @marixis no Instagram

CONTRATADO

O economista Gil do Vigor, 4º colocado no BBB 21, já assinou contrato com a Globo, ainda sem informar o que fará na emissora. Gil tem uma bolsa de estudos de pós-doutorado na Califórnia, a ser cursado a partir de setembro. Até lá, ele pensará em um projeto em conjunto com a emissora.

PARA OUVIR

Sonia Bridi entrevistou dez especialistas no último episódio do podcast “À Mão Armada”, para discutir se o acesso às armas de fogo oferece riscos à democracia. A jornalista faz comparações com países como a Venezuela e investiga as motivações para armar cidadãos civis e criar um poder paralelo às Forças Armadas.

Entre os entrevistados, estão Bruno Paes Manso, do Núcleo de Estudos da Violência da USP; Simon Romero, do The New York Times e ex-correspondente no Brasil e na Venezuela; e Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV No ar pelo G1, Globoplay e plataformas de áudio.

A repórter Sônia Bridi
A repórter Sônia Bridi grava podcast sobre armas - Divulgação

AUDIÊNCIA

15,2 pontos
teve Corinthians x Inter de Limeira na Globo, segundo dados prévios

14 pontos
rende a reprise de “Ti-Ti-Ti”, substituída pelo futebol na terça (11)

A BOA DO DIA

Leandro Hassum e Marina Silva conversam com Lucas Mendes e companhia
Manhattan Connection - TV Cultura, às 22h​

Zapping - Cristina Padiglione

Cristina Padiglione é jornalista e escreve sobre televisão. Cobre a área desde 1991, quando a TV paga ainda engatinhava. Passou pelas Redações dos jornais Folha da Tarde (1992-1995), Jornal da Tarde (1995-1997), Folha (1997-1999) e O Estado de S. Paulo (2000-2016). Também assina o blog Telepadi (telepadi.folha.com.br).

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