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Reality das Kardashians volta com Kourtney distante das irmãs e 'festa bizarra' de Kendall

Episódios abordarm Kim em sua luta contra atual sistema penitenciário dos EUA

Keeping Up with the Kardashians

Keeping Up with the Kardashians Divulgação

São Paulo

Novos dramas recaem sobre a família Kardashian. A 18ª temporada do programa Keeping Up With The Kardashians traz brigas inéditas entre os membros do clã, que precisam lidar com trabalho, filhos, tradições familiares e até disputas judiciais.

A série retorna em 23 de junho no canal E!, e se inicia poucas semanas após Kourtney descobrir que não está mais feliz trabalhando todos os dias com as irmãs, o que resulta em uma discussão que faz com que elas repensem o futuro do programa.

"Não aguento mais ouvir essa narrativa, sobre como ela é a única que possui ética de trabalho, como se ela fosse melhor, porque ela trabalha mais. Não precisamos fazer as coisas da mesma forma”, afirma Kourtney, 40.

A temporada mostrará a difícil tarefa de Khloe, 35, e seu ex Tristan Thompson de dividirem a maternidade e paternidade da filha, True, de apenas 2 anos –ainda mais à distância, quando o jogador precisa voltar para Cleveland para a temporada da NBA.

Kris Jenner, 64, a matriarca, aproveita para usar a criatividade e encorajar a filha a voltar a namorar, enquanto ela mesma apimenta sua vida sexual com o namorado Corey Gamble. Junto a Scott Disick, 36, Khloe planejará uma pegadinha épica para surpreender as irmãs –ele, por sua vez, descobrirá mais sobre sua infância retomando o contato com parentes antigos.

Kendall, 24, aparecerá organizando uma festa de aniversário descrita como “bizarra”, enquanto Kylie, 22, passará por um “assustador procedimento médico”, e revelará que não quer mais celebrar a manhã de Natal na casa de Kourtney, causando uma crise nas tradições natalinas da família.

Kim Kardashian, 39, terá um importante papel em sua luta contra o sistema penitenciário dos EUA e, nos episódios, correrá contra o tempo para ajudar um preso, provavelmente inocente, que está próximo de seu dia de execução.

Nos dois últimos anos, Kardashian West se tornou uma força no mundo da luta pela reforma do sistema penitenciário. Ela fez lobby com sucesso junto a Trump, conversou ao telefone com legisladores e governadores, escreveu cartas em apoio a petições de clemência e pagou as custas legais de pessoas que estão tentando sair da prisão.

West ançou o documentário “Kim Kardashian West: The Justice Project”, no canal Oxygen, no qual apoia a libertação antecipada de quatro pessoas, condenadas por acusações que incluem homicídios. Ela inclusive estuda para se tornar advogada, escreve memorandos e petições, lê transcrições e faz pesquisas jurídicas para uma organização que luta pela reforma do sistema de justiça, chamada #Cut50.

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