Cinema e Séries

Júlia Rabello e Felipe Abib estrelam série cujos os personagens têm de se separar para não falir

História cômica estreia nesta quinta-feira (7) no canal Warner

Felipe Adib em cena com Júlia Rabello
Felipe Abib em cena com Júlia Rabello - Divulgação

Leonardo Volpato
São Paulo

O que é melhor? Estar junto ou separado? Casado ou solteiro? Esses são os dilemas que a dentista Olívia (Júlia Rabello) e o agente de viagens Marcel (Felipe Abib) vão enfrentar após caírem em um golpe aplicado pelo contador. Para enfrentar a crise financeira, eles fingem se divorciar para preservar o patrimônio do casal. E é nesse momento que as confusões aparecem.

"A gente costuma brincar que casamento é igual festa lotada: quem está fora está doido para entrar, mas quem está dentro está louco para sair”, afirma Ana Reber, criadora da sitcom "Mal me Quer" ao lado de Rodrigo Castilho. Primeira produção nacional da Warner, que estreia nesta quinta-feira (7), às 19h35, a série é composta por seis episódios de 30 minutos e tem direção de Ian SBF, do Porta dos Fundos. 

Ana afirma que o falso divórcio vai abrir uma espécie de caixa de Pandora, de onde vão sair segredos, coisas que eles escondiam um do outro. "Vão descobrir que eles não são tão inseparáveis quanto pensavam. Claro que no meio disso tudo vão surgir muitas dúvidas sobre o relacionamento, afinal de contas eles poderão provar da vida de solteiros estando casados e isso vai gerar conflitos, tentações."

Para Júlia Rabello, Olívia e Marcel vão passar por muitas confusões. "Isso porque vão tentar reviver a vida de solteiro, ter encontros errados. Inclusive, as crianças também vão ajudar a rever alguns valores. O problema financeiro vai ajudá-los a melhorar o moral da família e isso vai fortalecer os laços afetivos."

Os três filhos do casal são Klara Castanho (Manu), Lipe Volpato (JP) e Chiara Scalett (Bruna). Enquanto Manu é a mais velha e está louca para sair de casa e fazer intercâmbio, JP é o mais esperto, e a caçula, Bruna, a mais querida.

"Manu é muito desapegada da família. Dela eu não tenho nada, pois eu sou o oposto”, diverte-se Klara, que fala sobre o que o público poderá esperar da série da Warner. "A história faz refletir sobre as relações. As mudanças vão acontecer durante os episódios e serão visíveis em todos os personagens. Ninguém começa a série e termina igual."

Diretor da trama, Ian SBF acredita que todo mundo vai se identificar, pois a trama mexe com todos que já estiveram ou estão em um relacionamento. "[A trama] consegue brincar de uma maneira muito inusitada com a velha história da separação. Acho que ninguém nunca viu um casal que quisesse estar junto e não pudesse (fora Romeu e Julieta)."

Final do conteúdo

Últimas Notícias

Comentários

Ver todos os comentários Comentar esta reportagem