Cinema e Séries

Janine, da série 'The Handmaid's Tale', traz luz e otimismo para a segunda temporada

Com cenas mais chocantes, trama estreia no domingo no Paramount

Elisabeth Moss em cena como a mocinha June na segunda temporada do seriado
Elisabeth Moss em cena como a mocinha June na segunda temporada do seriado - Divulgação
Vivian Masutti Beatriz Fialho
São Paulo

A imagem retratada acima, parte da segunda temporada da série de megasucesso “The Handmaid’s Tale” ("O Conto da Aia", em português), mostra o espírito com o qual a protagonista June (Elisabeth Moss) retorna a público.

Os brasileiros terão a chance de acompanhar essa etapa da história a partir deste domingo (1°), no Paramount Channel, às 21h. De olho na estreia, a Vivo abre o sinal do canal para todos os seus assinantes até 9 de setembro. E a plataforma de vídeos sob demanda NOW disponibilizará os episódios sempre um dia depois que a emissora.

Cansada de ser violentada por seu comandante, Fred Waterford (Joseph Fiennes), a aia, que surge com a gravidez avançada, passa a não se importar com as hemorragias que sofre. Mas nem as constantes tentativas do motorista Nick (Max Minghella) de tirá-la do regime de Gilead vão salvá-la da violência.

Pelo contrário. A segunda fase da série traz cenas ainda mais chocantes do que a primeira e aposta genialmente na dualidade da monstruosa Serena Joy (Yvonne Strahovski), disposta às maiores atrocidades para ter um filho –ou arrancá-lo de June.

A relação das duas é o ponto alto da temporada, que conta também com o retorno de Emily (Alexis Bledel) à trama central. O enredo explora ainda pontos do romance de Margaret Atwood –que, lançado em 1985, deu origem ao sucesso de agora– não mostrados na primeira fase. Entre eles, a vida nas colônias. O desfecho não deixa dúvidas de que a coragem da heroína estruturará a terceira temporada.

"JANINE CONSEGUE TRAZER LUZ, OTIMISMO", AVALIA ATRIZ

Na série “The Handmaid’s Tale”, a atriz Madeline Brewer é Janine, uma aia (mulher que deve procriar para o Estado) imatura e ingênua –que não quer acreditar na realidade. Na segunda temporada, a personagem continua um contraponto à trama sombria.

“Ela consegue trazer luz, otimismo. Mesmo nos momentos mais difíceis, ela mostra esperança”, conta Madeline. Para ela, as cenas de violência brutal lhe trouxeram reflexão. "Como atriz e mulher, essa personagem me deu dimensão do que é sororidade [união entre mulheres], algo que eu não tinha. Tenho respeito ainda maior pelas minhas amigas e digo mais vezes que as amo”, afirma.

A atriz crê ainda que a série desperte consciência sobre métodos de tortura comuns. "Está levando essas situações para dentro da sala."

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