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Rapper Kodak Black diz que doará R$ 5,34 milhões para caridade se Trump o tirar da prisão

Músico norte-americano cumpre sentença de 46 meses após porte ilegal de armas

Rapper Kodak Black no MTV Video Music Awards em 2017
Rapper Kodak Black no MTV Video Music Awards em 2017 - Christopher Polk/Getty Images/AFP
São Paulo

Preso desde maio do ano passado, o rapper norte-americano Kodak Black, 23, tem usado suas redes sociais para tentar reverter sua sentença de 46 meses atrás das grades do Centro Federal de Detenção de Miami, na Flórida.

Na última sexta-feira (27), Kodak escreveu em seu Twitter que se caso o atual presidente dos EUA, Donald Trump, o libertasse da cadeia, ele doaria US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,34 milhões na cotação atual) para a caridade. Após a declaração polêmica, o rapper excluiu o comentário.

Kodak Black é declaradamente apoiador do governo de Trump. Durante as eleições presidenciais deste ano, que resultou na vitória do democrata Joe Biden, o músico chegou a manifestar nas redes sociais a favor do atual presidente.

Nascido em Pompano Beach, na Flórida, Kodak foi acusado por porte ilegal de armas e detido antes de realizar um show na capital de Boston, Massachusetts, em maio de 2019. Segundo o jornal Miami Herald, ele também mentiu em duas ocasiões em que tentou comprar armas de fogo.

A favor do porte legal de armas, Kodak Black se junta a lista polêmica de rappers que apoiam o uso do armamento. Lil Wayne, 38, foi acusado no último dia 17 de novembro, por porte de arma de fogo, algo que a lei federal proíbe devido a seu status de ex-presidiário. A polícia também apreendeu uma pistola e munição em um avião particular do cantor no ano passado. Wayne também é apoiador de Trump.

Kodak Black é conhecido por seus singles "No Flockin", "Tunnel Vision" e "ZEZE". Mesmo na prisão, o rapper tem investido na música e recentemente divulgou sua nova canção "Remember The Times".

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