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Anitta, Gagliasso, Emicida e mais famosos criticam Bolsonaro e privatização do SUS

Artistas foram às redes sociais para reclamar de decreto sobre postos de saúde

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Imagem da cantora Anitta - Instagram/@anitta
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São Paulo

Assinado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, o decreto do governo federal, publicado nesta terça-feira (27), colocou o SUS (unidades básicas de saúde) na mira de um programa de concessões e privatizações, o PPI (Programa de Parcerias de Investimentos).

A medida gerou reação nas redes sociais de famosos nesta quarta-feira (28), como Marcelo Adnet, Bruno Gagliasso, Anitta, Emicida, Leandra Leal e Taís Araújo que, assim como especialistas e entidades de saúde, criticam a decisão de haver uma "privatização" dos postos de saúde. Na prática, o texto prevê que sejam feitos estudos "de parcerias com a iniciativa privada para a construção, a modernização e a operação de unidades básicas de saúde".

Após críticas, Bolsonaro revogou na tarde desta quarta o decreto que colocava UBS no escopo de interesse do PPI. O anúncio da revogação foi feito por Bolsonaro em uma rede social e coroou um dia de movimentos de contenção de danos.

"O governo quer privatizar o SUS. Sem o SUS o país será ainda mais injusto do que já é com os mais pobres e com a classe média. A nossa vida não é mercadoria. Precisamos lutar contra a privatização do SUS", escreveu Daniela Mercury, em seu perfil em uma rede social.

Já a atriz Leandra Leal e o ator Bruno Gagliasso usaram a hashtag #DefendaOSUS. Anitta também foi na mesma linha. Para Taís Araújo, é preciso defender o SUS. “Privatizar o SUS é deixar a população mais pobre entregue a própria sorte. Não faz sentido." O rapper Emicida, que sempre tocou nas feridas da sociedade em suas músicas e em seu discurso, foi sucinto na crítica. “O SUS salva vidas. Ele não."

"Ironia do destino é o arrombado que levou uma facada e teve a vida salva pelo SUS. Querer privatizar o sistema é deixar o povo que não tem condições de se tratar em clínicas particulares e entregue à própria
sorte", escreveu Gregório Duvivier no Twitter.

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