Celebridades

Kim Kardashian consegue entrevistas de emprego para 5.000 detentos americanos

Socialite fechou parceria com empresa de transporte

Kim Kardashian foi convidada por Donald Trump, presidente dos EUA a falar sobre reforma prisional
Kim Kardashian foi convidada por Donald Trump, presidente dos EUA a falar sobre reforma prisional - Kevin Lamarque/Reuters
São Paulo

Kim Kadarshian fez uma visita à Casa Branca na última quinta-feira (13) para dar mais um passo em seu projeto de contribuir para a reforma do sistema prisional americano.

A socialiate que já conseguiu perdão a detentos e os ajudou a encontrar casas onde morar, agora quer dar oportunidades de trabalho a eles. 

Kadarshian trabalha em parceria com a organização #Cut50, que tem como missão reduzir a população prisional americana. Nessa nova fase, ela envolveu uma empresa especializada em transporte para conseguir levar detentos a entrevistas de trabalho.

A ideia é empregar cerca de 5.000 presos que estão prestes a sair em liberdade. A primeira leva de entrevistas já deve ocorrer nesta quarta-feira (19).

Por seus projetos em apoio à reforma prisional aprovada pelo governo americana Kim Kardashian já foi nomeada a madrinha dos detentos, nos Estados Unidos.

A socialite passou a receber milhares de cartas de detentos depois que  conseguir o perdão para Cyntoia Brown, que estava há 15 anos na prisão. Ela matou o homem que abusou dela aos 16 anos para se defender. Enquanto Cyntoia estava presa, outras celebridades, como a cantora Rihanna, fizeram campanha por sua libertação.

A fama de Kim é tão grande, que ela tem até um apelido: Princesa da Reforma Prisional. A chuva de cartas de detentos começou após a empresária ter uma boa participação no caso de Alice Marie Johnson, bisavó de 63 anos que estava presa há mais de duas décadas por um delito de drogas como ré primária. 

Kim chegou a se encontrar com o presidente Donald Trump para pedir uma revisão do sistema prisional. Em dezembro do ano passado, a Câmara dos Representantes (deputados) dos EUA deu aprovação final nesta ao projeto de reforma da justiça criminal, apoiado pelo presidente Donald Trump.

 
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