Celebridades

R.Kelly é denunciado por mais 11 crimes sexuais nos EUA

Advogado do cantor diz tratar-se de partes de um caso antigo

O cantor R. Kelly - HO / Chicago Police Department / AFP
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Chicago

Os promotores de Chicago apresentaram nesta quinta-feira (30) mais 11 denúncias por crimes sexuais contra a estrela do R&B R.Kelly, 52, mas o advogado do cantor afirma que são parte de um caso antigo.

Kelly já foi denunciado por outros dez crimes sexuais em fevereiro passado, por quatro mulheres. O músico nega todas as acusações e afirma que tudo é mentira.

Segundo o advogado Steve Greenberg, as últimas denúncias têm relação com uma acusação feita há dez anos e não envolve os atuais casos.

"Estas são as mesmas condutas denunciadas de maneira diferente, envolvendo a mesma suposta vítima, no mesmo período de tempo e sobre os mesmos fatos", disse Greenberg no Twitter. "Não muda nada".

As 11 acusações estão relacionadas com a suposta agressão sexual e o abuso de uma pessoa identificada nos documentos judiciais como JP.

Três das acusações são pelo abuso sexual de um garoto com idade entre 13 e 16 anos. Em algumas das queixas, Kelly é acusado de ter ameaçado ou utilizado a força contra JP.

Atualmente em liberdade sob fiança, Kelly comparecerá ao tribunal no dia 6 de junho sobre as novas denúncias, segundo a imprensa americana.

Em março, Lanita Carter se identificou como uma das quatro mulheres no caso de Chicago, e a única que era adulta quando ocurreu o suposto abuso.

Ela assegura que enquanto trabalhava como cabelereira de Kelly, o cantor teria tentado forçá-la a fazer sexo oral. Quando ela resistiu, ele teria se masturbado sobre ela.

Em lágrimas, Carter falou sobre sua luta para delatar uma celebridade mundial. "Se eu morrer amanhã, sei que disse a verdade", disse à CBS News. "É difícil quando é uma celebridade. Não é fácil".

Durante as duas últimas décadas, o artista foi acusado de diferentes casos de conduta sexual inapropiada.

Numa entrevista em março, Kelly negou com veemência as acusações e disse que estava "lutando" por sua vida. "Não fiz estas coisas. Este não sou eu", disse à CBS News. 

AFP
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