Celebridades

Jennifer Lawrence diz que Harvey Weinstein é como 'furúnculo que não desaparece'

Atriz afirmou que quis matar o produtor quando soube do escândalo de assédio sexual

Jennifer Lawrence
Jennifer Lawrence irá tirar um ano de férias de Hollywood - Daniel Leal Olivas/AFP

São Paulo

Jennifer Lawrence, 27, falou que o produtor Harvey Weinstein, acusado de múltiplos assédios sexuais, é como um "furúnculo na bunda que nunca desaparece".

Durante sua entrevista ao programa "The Late Show", o apresentador Stephen Colbert ofereceu algumas doses de rum cubano à atriz. "Isso vai trazer minha alma de volta", brincou ela ao aceitar a bebida.

Colbert a questionou sobre o produtor Harvey Weinstein, que recentemente usou o nome da atriz para se defender das acusações de assédio sexual. "Ele é como um furúnculo na bunda que nunca desaparece. Você estoura o furúnculo, mas ele continua lá. Ele é o pior."

"Quando isso vai acabar? Tive que fazer uma declaração no meio da noite, em Londres", disse ela, se referindo às ações dos advogados de Weinstein, que usaram falas de Lawrence para defender o produtor. Lawrence havia declarado que Weinstein nunca agiu inapropriadamente com ela.

Em entrevista ao programa "60 Minutes", Lawrence afirmou que quis matar Weinstein quando soube do escândalo. "A forma como ele destruiu a vida de uma série de mulheres. Quero vê-lo na prisão."

CORRUPÇÃO

A atriz ganhadora do Oscar contou ainda que irá tirar um ano de férias da atuação para trabalhar em uma organização anticorrupção.

"Não é algo dramático, eu estarei desenvolvendo projetos e conversando com crianças sobre corrupção. Sou parte de uma organização que viaja pelo país e vou às escolas falar com crianças sobre o governo", explicou.

Lawrence disse ainda que a princípio visitaria universidades, mas que foi pega de surpresa ao visitar uma escola de ensino médio em Ohio, nos Estados Unidos, quando não conseguiu responder a primeira pergunta feita por um estudante.

"Eles são tão espertos. Pensei: 'Bom, não posso visitar universidades'. Então vou ensinar política às crianças. Vou começar devagar."

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