Astrologia

Astróloga mais badalada do mundo, Susan Miller vê 2019 mais produtivo; veja previsões dos signos

Nova-iorquina desenvolve aplicativo com suas análises em português

A astróloga Susan Miller, que vive no Upper East Side de Manhattan
A astróloga Susan Miller, que vive no Upper East Side de Manhattan - Arquivo Pessoal
Danielle Brant
Nova York

Ela tem um séquito de fãs que replicam bem o comportamento de uma torcida organizada de futebol. Se atrasa em um ou dois dias a publicação do horóscopo mensal, uma parte corneta, a outra defende e agradece pelo fato de as previsões serem gratuitas.

A nova-iorquina Susan Miller, a astróloga mais famosa do mundo, desperta reações apaixonadas do público que acessa o Astrology Zone, no ar há 23 anos. Fato é que parte da culpa pelos atrasos pode ser atribuída à saúde frágil de Susan, 62. 

Já são mais de quatro anos de notícias ruins no quesito saúde. Nesse tempo, já teve transtorno autoimune, úlceras intestinais, um problema na vista que fez com que ela atrasasse o horóscopo de outubro de 2017. 

O ano que está acabando também não foi fácil para a nova-iorquina. Ela fez uma cirurgia no quadril durante a qual diz ter morrido por um curto tempo, conforme relatou ao jornal The New York Times.

No campo profissional, um misto de novidades e sustos --como quando, em agosto, a editora com a qual trabalhava havia 14 anos desapareceu. O responsável, no caso, foi um eclipse solar em leão, no dia 11 de agosto. “O eclipse caiu na minha casa de escrita e comunicação. Ela sumiu, eu achei que o negócio ia entrar em colapso. Meu aplicativo tinha três meses”, conta. 

Para Susan, a explicação pode residir em um derrame que a ex-editora, de 66 anos, teve. “Disseram que, depois disso, a pessoa pode ter uma mudança de personalidade. Você acha que conhece as pessoas, mas não conhece”, lamenta.

Apesar do choque inicial, a pisciana logo se recuperou do abalo. “Pensei: não, nunca mais um editor vai me colocar nessa situação vulnerável. Decidi contratar quatro editores que têm outros empregos.” No mesmo dia, a notícia feliz: recebeu a ligação de um editor que queria que ela publicasse o livro “The Year Ahead 2019”, um guia sobre o que espera todos os signos no próximo ano. “Foi isso, uma coisa muito boa, outra muito absurda, no mesmo eclipse.”

Aos fãs brasileiros, uma boa notícia. Susan desenvolve um aplicativo em português para disponilizar suas análises –ainda não há previsão de lançamento. Todo mês, Susan escreve mais de 48 mil palavras. O Astrology Zone recebe, por ano, 10,5 milhões de usuários, que ficam em média quase seis minutos na página. Além disso, 52% dos leitores de Susan estão fora dos EUA –2,65% são brasileiros (286.943).

Para quem acredita em astrologia, o próximo ano será mais produtivo que 2018. Em primeiro lugar, Marte e Vênus não ficarão retrógrados, como ocorreu em 2018. Marte é o planeta que comanda a iniciativa e injeta energia para conquistar os objetivos. Já Vênus rege os relacionamentos. 

 

Quando retrógrados, a tendência é que as pessoas fiquem mais irritadiças e desgastadas, e com revisões em seus sentimentos e vida amorosa, respectivamente. Nada disso está previsto para 2019. Além disso, pela primeira vez em 12 anos, Júpiter está em sagitário --entrou em novembro e fica até dezembro de 2019.

"Sagitário é um signo favorecido naturalmente. Quem tem signo solar ou ascendente vai viajar muito no próximo ano, porque todos os sagitarianos vão", diz Susan. "Também é um bom ano para conhecer alguém que vai ficar com você a vida toda, seja em relacionamento ou parceria comercial."

O lado ruim: Mercúrio, que rege as comunicações, vai ficar retrógrado em março, julho e novembro. Isso costuma favorecer mal-entendidos e mesmo contratempos com eletrônicos –uma televisão que quebra, a internet que não funciona, e por aí vai.

O ano terá cinco eclipses. Cada eclipse tem o efeito de propiciar mudanças na vida, seja começos ou finalizações de ciclos. Em janeiro, há dois eclipses, nos dias 6 e 21. Em julho, mais dois (2 e 16). E em 26 de dezembro, o quinto. “Todos trarão situações inesperadas. O único que vai ser bom é o do Natal, os outros vêm para ensinar lições”, diz Susan.

O mais pesado, prossegue, será o de 16 de julho, uma lua cheia em capricórnio. “Cada um se desdobra no próximo. A discussão começa no primeiro, no segundo piora. Se a pessoa empaca, eles forçam a transformação, pelo bem ou por mal.”

 

 

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