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Stephany Rosa, do meme 'bêbada de Curitiba', morre de câncer aos 30 anos

Ela lutou contra câncer de ovário

Stephany Rosa - Reprodução
São Paulo

Conhecida pelo meme “bêbada de Curitiba”, Stephany Rosa morreu aos 30 anos após perder a briga contra um câncer de ovário.

Havia pelo menos dois anos que ela lutava contra a doença. Stephany, que era consultora de cosméticos, chegou a publicar em maio de 2020 um vídeo na internet para pedir ajuda para uma vaquinha virtual. A ideia era angariar fundos para ajudar no tratamento.

“Como a maioria de vocês já sabe, luto contra o câncer há quase dois anos. Passei por três cirurgias. Momentos bem difíceis quando me falaram que não tinha mais o que fazer aqui no Brasil. Eu não sabia quando tempo eu teria de vida”, contou.

Ela buscava ajuda financeira para ser submetida à medicina alternativa e também para conseguir pagar uma cuidadora.

“Esse ano começamos a quimioterapia. Por mais que estejam me vendo bem, fisicamente eu não estou nem um pouco. Tenho me sentido muito fraca. Não tenho conseguido cozinhar meu próprio alimento. No banho eu tenho um banquinho e dificuldade de descer as escadas. Até para chorar arde. Os efeitos colaterais me deixam mal”, contava.

Stephany usava as redes sociais para mostrar a sua rotina enquanto paciente oncológica. Ela estava internada no hospital Marcelino Champagnat, na capital paranaense. O sepultamento seria no cemitério Santa Cândida na terça-feira (14).

MEME

Em 2012, um vídeo acabou viralizando nas redes sociais e virou meme. Uma moça era parada pela polícia flagrada dirigindo com sinais de embriaguez. Stephany deu uma entrevista para algumas emissoras na ocasião com respostas engraçadas.

Ela tinha saído com amigos para dançar em seu aniversário de 22 anos. Nas respostas ela não conseguia parar de rir. Ela chegou a implorar para não ser presa. Havia ingerido três vezes o limite tolerável de bebida e estava com a cateira de motorista vencida.

A moça disse que dançaria para as equipes de reportagem. Mandou beijos para as câmeras na hora de ir à delegacia. Numa mescla de crise de riso e desespero.

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