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TOP 5 - Confira 5 filmes que, como 'Love', estão no limite entre a arte e o pornô

O polêmico "Love" estreou nesta quinta-feira (10) como uma boa desculpa para ver cenas quentíssimas sem precisar apelar para a programação adulta da sua TV paga (e ainda ganhando o título de "cool").

O filme do diretor franco-argentino Gaspar Noé tem nada menos que 12 cenas de sexo explicito, com direito a oral, ménage, surubas e afins. Tudo em 3D.

Mas usar (muito) sexo como enfeite (e atrativo) para tramas com um quê de complexas não é novidade. A história do cinema está cheia de produções no limite entre a arte e o pornô. O "F5" selecionou cinco delas.




1. 'NINFOMANÍACA' (2004)

Até quem tem a cultura cinematográfica resumida a "Sessão da Tarde" ouviu falar, no ano passado, do filme que prometia ser o polêmico dos polêmicos de Lars von Trier. Com um marketing pesado em torno do tema, o longa dividido em duas partes se tornou um dos mais aguardados (e comentados) de 2014. Na trama, Joe, uma autodiagnosticada ninfomaníaca, narra suas aventuras sexuais, retratadas em muitas e muitas cenas explicitas de sexo de todas as formas que se possa imaginar.


2. '9 CANÇÕES' (2004)

Um quase-pornô hipster com bela trilha sonora. As cenas de sexo do casal moderninho Matt e Lisa, que vive em Londres, são intercaladas com apresentações de bandas cool, como Franz Ferdinand, Black Rebel Motorcycle Club, Dandy Warhols, Super Furry Animals e Primal Scream.


3. 'O IMPÉRIO DOS SENTIDOS' (1976)

A produção franco-japonesa sobre a relação obsessiva entre a ex-prostituta Sada (Eiko Matsuda) e seu patrão na casa em que trabalha como empregada, Kichizo (Tatsuya Fuji), tem, entre suas cenas explicitas, a introdução de um ovo cozido na vagina da protagonista. Detalhe: logo depois, o ovo passa para a boca do parceiro. Precisa falar mais alguma coisa?


4. 'AZUL É A COR MAIS QUENTE' (2013)

Alguns foram ao cinema assistir ao grande vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes, mas outros (talvez, a maioria) estavam mesmo interessados nos sete minutos de sexo entre as belas Adèle (Adèle Exarchopoulos) e Emma (Léa Seydoux). A história narra a primeira experiência homossexual de uma garota de 17 anos. Depois do sucesso em Cannes, a atriz Léa chegou a acusar o diretor Abdellatif Kechiche de maus-tratos com a equipe nas filmagens. Mas todos já estão amiguinhos.


5. 'CALÍGULA' (1979)

Com quase três horas de duração, e atores do calibre de Malcolm McDowell, Peter O'Toole e Helen Mirren, o filme é um imenso bacanal. Calígula, tirano que comandou o Império Romano durante 4 anos, é retratado em uma interminável sequência de cenas de sexo explícito e flagelação sadomasoquista. Por causa do festival de escatologia, é considerada uma das produções mais controversas da história do cinema.


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