Televisão

Bruno Ferrari se inspira em Zorro e Johnny Depp para 'Liberdade, Liberdade'

Ex-Record, Bruno Ferrari repete os passos de outros colegas de emissora, como Zécarlos Machado, Marina Moschen e João Vitti, que também migraram para a Globo, dez anos depois de fazer o caminho inverso. 

O ator, que já havia deixado a Record, buscou ajuda de um produtor de elenco que conheceu quando trabalhou na Globo e foi convidado para fazer um teste para viver Xavier, um dos protagonistas de “Liberdade, Liberdade”, novela das 23h que estreou nesta segunda-feira (11).

“Saí da Record no momento em que tinha que sair. Já tinha cumprido minha missão. Tinha trabalhado com praticamente todo mundo, mas queria conviver com uma galera diferente e acabou pintando aqui”, explica o ator. 

Ferrari define seu personagem de "Liberdade, Liberdade" como um bon-vivant que roda a Vila Rica de 1808 em busca de diversão e formando conspirações contra a coroa portuguesa.

Revolucionário, ele ficará dividido entre Joaquina (Andreia Horta), a filha de Tiradentes que retorna já adulta ao Brasil, e Branca (Nathalia Dill), a noiva que deixou para trás quando foi estudar medicina em Portugal. 

“Ele gosta da Branca”, diz. “Está fora há seis anos, volta, encontra a noiva, mas também conhece a Joaquina. Eles vão se esbarrando em várias situações diferentes, algumas até engraçadas, e vão começando a olhar com mais interesse um pelo outro. Eles vão se conhecer na luta armada e começam a ter alguma coisa”, acrescenta.

Para viver o revolucionário, a preparação para o papel incluiu aulas de equitação, esgrima e prosódia. Como inspiração, Bruno Ferrari assistiu também a filmes de capa e espada. 

“Xavier é uma delícia. É um cara que luta com espada, que é romântico, intenso. O autor falou que ele era o Zorro. Achei uma referência maravilhosa. Também vi filmes do Johnny Depp, como ‘Piratas do Caribe’. Apesar de ser um cara revolucionário, ele também tem bom humor”, diz o ator. 

Bebê a bordo

Casado com a atriz Paloma Duarte, Ferrari se diz ansioso com a chegada do primeiro filho do casal, previsto para maio. O ator conta que ele e a esposa ficaram bastante preocupados com a epidemia do vírus zika: “Era um banho de repelente toda hora”, afirma.

Como padrasto das duas filhas mais velhas de Paloma, o ator também comentou a exposição das jovens nas redes sociais —e os comentários que acompanham cada clique— como algo natural à geração delas, mas que preocupa a família.

“São duas adolescentes que estão crescendo e curtindo isso. Essa exposição está muito diferente da geração de qualquer um. Dá até um pouquinho de medo de tudo isso, mas faz parte da geração delas”, diz. 

“A mais nova quer seguir carreira de artista, e ela é ótima atriz, inclusive. A outra foi por outra linha, é tatuadora. Faz parte, a mãe delas é famosa”, acrescenta.

 

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