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Viciada de "O Clone" volta às novelas em "Flor do Caribe"

26/02/2013 - 08h30

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COLABORAÇÃO PARA O "F5", DO RIO

Em 2001, Viviane Victorette comoveu os telespectadores de "O Clone" com o drama de sua personagem, a dependente química Regininha.

A jovem, que trazia a amiga Mel (Débora Falabella) para o mundo das drogas e acabava sucumbindo ao vício, desapareceu no fim da trama de Glória Perez, mas ficou marcada da carreira da atriz.

"As pessoas lembram demais da Regininha, é impressionante", conta Viviane.

Doze anos após a novela e seis desde sua atuação como a Nadir de "Duas Caras" (2007), a atriz volta à televisão em "Flor do Caribe", próximo folhetim das 18h da Globo.

Sua personagem, Marinalva, é bailarina e trabalha para uma ONG e segue cercada de mistério até mesmo para sua intérprete.

"Ainda não sei muito sobre ela, por que começo a gravar nessa semana. Ela trabalha na ONG e é bem próxima do Paçoquinha (Rafael Almeida)", explica.

O convite para a volta partiu do diretor Jayme Monjardim, com quem Viviane trabalhou em "O Clone", e do autor de "Flor do Caribe", Walther Negrão.

"Tô muito feliz, eu queria muito voltar. Essa carreira é difícil, tem altos e baixos. Mas fiz o teste, fui aprovada e estou de volta" comemora a atriz.

Aos 34 anos, casada e mãe de Júlia, 3 anos, Viviane se diz tranquila quanto a conciliar a maternidade e as gravações.

"Minha filha é muito esperta, diz que quer ser atriz. Tento convencê-la do contrário. Mas ela tá maiorzinha, já dá para deixar com as babás", conta a atriz.

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