Música

'Não gosto de ser exibida', diz Barbra Streisand, que tem medo de palco

A cantora Barbra Streisand se apresenta no Barclays Center em Nova York (EUA)
A cantora Barbra Streisand se apresenta no Barclays Center em Nova York (EUA) - Evan Agostini-11.out.2012/Invision/AP


Barbra Streisand não se diverte muito com performances ao vivo. Medo de palco, sentimento de estar sendo "exibida", e uma aversão às armadilhas da fama limitaram a vencedora de dois Oscar e dez Grammys a cantar em apenas cem concertos públicos desde 1963.

Aos 75 anos, Barbra aproveitou a oportunidade para filmar o show de Miami no seu tour norte-americano em 2016 para um especial da Netflix: "Barbra: The Music... The Mem'ries... The Magic!", lançado nesta quarta (22).

"Eu não gosto de subir no palco e me exibir por aí. Eu me sinto como uma exibida. Eu não gosto de ser exibida. Eu gosto de ficar quieta, Eu gosto de sentar na minha cadeira e cantar calmamente para a plateia. É difícil pra mim ser muito teatral", disse Barbra.

"Você dedica muito tempo --algo como três meses para preparar um show, definir o que você vai cantar. Isso me toma tanto tempo quanto para filmar, então eu quero documentar isso para a posteridade", afirmou.

No especial da Netflix, Barbra canta muitas das canções mais conhecidas como "The Way We Were", "People" e "You Dont bring Me Flowers", intercaladas com clipes e cenas atrás das câmeras de filmes incluindo "Yentl", e algumas de suas sessões de gravações.

Também captura alguns momentos privados da estrela de "Funny Girl" nos bastidores fazendo sua maquiagem, ensaiando e tendo momentos de nervosismo.

Barbra Streisand ficou em 10° lugar na lista da revista "Forbes" de cantoras mais bem pagas em 2017.  Ela faturou US$ 30 milhões (cerca de R$ 97,8 milhões). Em primeiro lugar ficou Beyoncé com ganhos de US$ 105 milhões (cerca de R$ 342,3 milhões ) com vendas de discos e com sua turnê "Formation".


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