Biblioteca da Vivi

Uma das melhores do romance histórico, Leticia Wierzchowski apresenta novo drama

'O Menino que Comeu uma Biblioteca' fala de amor e guerra

A escritora Leticia Wierzchowski, na cozinha da livraria Mille Foglie
A escritora Leticia Wierzchowski, na cozinha da livraria Mille Foglie - Daniel Kfouri/Folhapress

Fã do escritor Erico Verissimo (1905-1975), costumo olhar com graça aos escritores que vêm do sul e, assim como ele, tratam de vida e história como se fossem uma engrenagem só: um alimentando o outro.

E foi assim que, ainda adolescente, eu descobri, ao lado da minha irmã (também amante de Erico), a escritora nascida em Porto Alegre Leticia Wierzchowski, hoje com 46 anos.

É dela, por exemplo, a trama que deu origem à minissérie da Globo “A Casa das Sete Mulheres”, sobre a saga do sul do país. Foi ao ar na TV em 2003 –o livro foi lançado em 2002.

Com o novo “O Menino que Comeu uma Biblioteca” (R$ 39,90, 280 págs., Record), Leticia retorna à temática da guerra e do amor.

E parte de um enredo no interior do Uruguai, nos anos 1930, para atravessar o período da Segunda Guerra na Polônia: enquanto na América do Sul uma garota criada pela avó gosta de brincar de cartas de tarô, na Europa, um menino é forçado a vender os amados livros do avô para sobreviver.

As vidas dos dois são, aos poucos, entrelaçadas. Minha irmã, Giulia, já leu e aprovou.
 

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Vivian Masutti, 34, é jornalista formada pela Cásper Líbero e bacharel em letras (português e francês) pela USP (Universidade de São Paulo), onde também cursou a Faculdade de Educação e obteve licenciatura plena em língua portuguesa. No Agora, é coordenadora da Primeira Página.

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