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Campanha de artistas ajuda a espalhar a verdade sobre as vacinas

Vacina contra a desinformação; ajude a salvar vidas

Mônica Calazans é a primeira brasileira a ser vacinada no país
Mônica Calazans é a primeira brasileira a ser vacinada no país - Eduardo Anizelli-17.jan.2021/Folhapress
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O ano de 2021 começou com uma ponta de esperança. Depois do pesadelo da pandemia que assolou o mundo em 2020, pelo menos agora começamos a ver uma luz no fim do túnel com o início da vacinação. Mas, para acabar o coronavírus, precisamos também combater as fake news que gente sem noção espalha por aí.

Será que esse povo não sabe que, em 1900, a expectativa de vida no Brasil era de pouco mais de 33 anos e que hoje passa de 76 anos? Isso se deve principalmente à ciência e às vacinas, que salvaram a vida de milhões de bebês e crianças que não morreram por doenças erradicadas, elevando a média geral de idade.

Pouco tempo atrás, ninguém perguntava qual era a eficácia da vacina X ou o fabricante da vacina Y. As pessoas normais e bem informadas levavam seus filhos para se vacinar, e com isso doenças terríveis como pólio e varíola deixaram de fazer vítimas. Agora, gente louca, do mal ou ignorante (ou os três juntos) resolveu questionar as vacinas contra a Covid-19 –o que acaba colocando em risco a credibilidade de todas as vacinas.

Só para deixar claro, a eficácia de nenhuma vacina é 100% e não precisa ser. Vacinação é estratégia de saúde coletiva. Mesmo que a pessoa não fique imune, ela não se contamina se as outras ao seu redor estiverem imunizadas. Se há cada vez menos pessoas contaminadas, o vírus desaparece. Por isso é importante que todo mundo se vacine.

Há várias campanhas nas redes sociais, feitas por artistas e organizações científicas, explicando bem a importância da vacinação, como #AbraceAVacina e #TamoNessaJuntxs. Em todospelasvacinas.info, há materiais excelentes para compartilhar nas suas redes sociais, como artes, áudios e vídeos, além de perguntas e respostas bem detalhadas e dicas de podcasts.

Quando chegar a sua vez, vacine-se. Por enquanto, ajude a combater fake news. Desinformação mata. Salve vidas.

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Alessandra Kormann é jornalista, tradutora e roteirista. Trabalhou sete anos na Folha.
Desde 2005, é colunista do Show!, do jornal Agora.

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