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Cinema e Séries
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Dwayne Johnson promete não usar mais armas reais em seus filmes

Ator diz que ficou com 'coração partido' com a morte ocorrida em set do filme de Alec Baldwin

Dwayne Johnson na première do filme "Red Notice", da Netflix
Dwayne Johnson na première do filme "Red Notice", da Netflix - Mario Anzuoni -3.nov.2021/Reuters
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Los Angeles
AFP

O ator Dwayne "The Rock" Johnson, 49, prometeu não voltar a usar armas reais em seus filmes depois que seu amigo e colega Alec Baldwin disparou uma arma cenográfica que matou uma diretora de fotografia em um set de gravação no mês passado.

Johnson disse que ficou com o "coração partido" ao saber da morte de Halyna Hutchins no filme de Baldwin, "Rust", e que a tragédia o fez repensar o uso de armas de fogo durante a gravação dos filmes por meio de sua produtora Seven Bucks Productions.

"Perdemos uma vida", disse o ator na quarta-feira (3) na estreia de seu novo filme da Netflix, a comédia "Red Notice", segundo a revista Variety.

"Não posso falar por mais ninguém, mas posso dizer, sem dúvida alguma, que em qualquer filme que fizermos a partir de agora com a Seven Bucks Productions —qualquer filme, qualquer programa de televisão ou qualquer coisa que façamos ou que iremos produzir— com certeza não usaremos armas reais", destacou Johnson.

Sua produtora usará pistolas de borracha e adicionará todos os efeitos de armas de fogo necessários na edição. "Não nos preocuparemos com o quanto vai custar", disse.

Hutchins morreu no mês passado no set de um filme no Novo México quando a arma cenográfica usada por Baldwin foi disparada. A bala atingiu Hutchins e o diretor Joel Souza, que foi hospitalizado e recebeu alta.

Baldwin recebeu um revólver marcado como "arma fria", uma expressão da indústria para se referir a um objeto considerado seguro para o uso.

Johnson, amigo de Baldwin há muito tempo, disse que acredita que chegou a hora de fazer mudanças na indústria.

"À medida que avançamos, acredito que há novos protocolos e novas medidas de segurança que deveríamos tomar, especialmente depois do ocorrido", disse. "É horrível que isso tenha precisado acontecer desta forma para que despertemos".

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