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Meghan Markle é acusada de intimidar funcionários da realeza

Palácio de Buckingham se diz preocupado com as alegações

Meghan Markle - AFP
São Paulo

O Palácio de Buckingham emitiu um comunicado oficial nesta quarta-feira (3) informando que vai abrir uma investigação sobre alegações de que Meghan Markle, mulher do príncipe Harry, teria intimidado funcionários. A denúncia, relatada pelo The Times no Reino Unido, é de 2018, quando ela ainda fazia parte da Família Real.

No comunicado, o Palácio diz que está “muito preocupado” com as alegações no The Times feitas por ex-funcionários do Duque e da Duquesa de Sussex e que a equipe de RH analisará as circunstâncias descritas no artigo. “Membros da equipe envolvidos no momento, incluindo aqueles que deixaram a Casa, serão convidados a participar para ver se as lições que podem ser aprendidas”, diz.

O Palácio não classifica como uma "investigação interna", mas um exame das alegações e uma oportunidade para os envolvidos participarem. "A Casa Real tem uma política de dignidade no trabalho em vigor há vários anos e não tolera intimidação ou assédio no local de trabalho."

Em fevereiro, o Palácio de Buckingham anunciou a separação oficial entre a família real britânica e o príncipe Harry e sua mulher. Com a decisão, os dois deixam de ser membros ativos da monarquia.

O processo de rompimento chega ao fim mais de um ano depois de Harry e Meghan anunciarem repentinamente, em janeiro de 2020, que estavam se afastando da família real para trabalhar na América do Norte e conquistar a própria independência financeira —eles deixaram oficialmente suas funções reais no dia 31 de março do ano passado.

"O duque e a duquesa de Sussex [títulos do casal] confirmaram à Sua Majestade, a Rainha, que não retornarão como membros ativos da família real", diz o comunicado do Palácio de Buckingham. "Enquanto todos estão tristes por sua decisão, o duque e a duquesa continuam sendo membros muito queridos da família."

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