Celebridades

Advogados de Johnny Depp tentam anular julgamento do caso de difamação contra o Sun

Ator foi injustiçado já que juiz não 'apurou testemunhos dados por Heard'

Johnny Depp
Johnny Depp - Toby Melville/Reuters
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São Paulo

Os advogados de Johnny Depp, 57, tentaram novamente nesta quinta-feira (24) recorrer do caso por difamação contra o jornal sensacionalista britânico The Sun, que o apresentou como um marido violento com sua ex-esposa Amber Heard, 34.

Depp perdeu o processo por difamação no início de novembro. Com base nas declarações da atriz, em 2018, o jornal mencionou 14 episódios de violência doméstica que o ator desmentiu veementemente. Depp processou o veículo por tê-lo taxado como "espancador de mulheres".

O juiz Andrew Nicol, no entanto, considerou que as afirmações do Sun eram "substancialmente certas" porque "a grande maioria das supostas agressões foi comprovada".

Após diversas tentativas de recorrer contra a decisão do juiz, agora, o advogado David Sherborne pede a anulação do julgamento. O representante de Depp diz que a sessão não foi justa e ainda classificou o testemunho da atriz de “Aquaman” como não confiável e inconsistente.

“[Nicol] concluiu que o apelante era culpado de agressões físicas graves sem levar em conta ou mesmo reconhecer que a Sra. Heard tenha sido falsa em suas provas, sem comparar seu relato às provas documentais e às provas de outras testemunhas", escreveu Sherborne no pedido, segundo o jornal The Guardian.

Em uma das brigas citadas por Heard, Depp chegou a defecar na cama do casal após uma discussão. O advogado do ator afirma que a única testemunha no julgamento foi a própria Heard, "que insistia que amava seu ex-marido, mas que ele era um 'viciado sem esperança' que, de tão bêbado, não conseguia controlar a bexiga ou o seu temperamento.

Depp processou Heard em US$ 50 milhões (mais de R$ 258 milhões) por causa de um artigo do Washington Post que ela escreveu sobre sua experiência como vítima de violência doméstica.

Ela entrou com uma contra-ação de US$ 100 milhões (mais de meio bilhão de reais). O caso deve ser julgado no ano que vem.

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