Celebridades

Taylor Swift doa R$ 430 mil a organização de luta pelos direitos LGBT e diz ter sido 'inspirada'

Cantora também mandou uma carta agradecendo pelas ações do grupo

Taylor Swift
Taylor Swift - Valerie Macon/ AFP
São Paulo

​A cantora Taylor Swift, 29, fez uma doação de US$ 113 mil (cerca de R$ 430 mil) a uma organização de luta pela causa LGBT na última segunda-feira (8). Junto à doação, ela mandou uma carta escrita de próprio punho, em que afirma ter ficado inspirada com o trabalho feito por eles. 

Na carta, a cantora cita os esforços da organização Tennessee Equality Project contra uma série de leis apontadas como contrárias aos direitos da comunidade LGBT. “Por favor, transmita meus sinceros agradecimentos e aceite essa doação para apoiar o trabalho que você e esses líderes estão fazendo”, afirmou Taylor. 

Chris Sanders, que é um dos responsáveis pela organização, postou a carta em sua conta no Facebook junto a um agradecimento: “O Tennessee Equality Project está honrado e grato em revelar que Taylor Swift fez uma doação de US$ 113 mil para apoiar nossos esforços neste momento crítico”. 

Ele ainda recordou que a cantora “tem sido aliada de longa data da comunidade LGBTQ”. “Ela vê a nossa luta no Tennessee e acrescenta a sua voz a de tantas outras pessoas, incluindo líderes religiosos, que estão falando por amor em face do medo”. 

Segundo o canal E!, Swift quebrou sua habitual postura apolítica durante as eleições de 2018, quando pediu que seus 115 milhões de seguidores nas redes sociais votassem e não ficassem de braços cruzados. Na ocasião, ela disse que vários eventos em sua vida e no mundo a fizeram mudar de ideia e expressar suas opiniões políticas. 

“Eu acredito na luta pelos direitos LGBTQ, e que qualquer forma de discriminação baseada em orientação sexual ou gênero é errada. Acredito que o racismo sistêmico que ainda vemos neste país em relação a pessoas de cor é aterrorizante, repugnante e predominante”, afirmou ela em seu post no Instagram na ocasião. 

Final do conteúdo

Comentários

Ver todos os comentários Comentar esta reportagem