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SPFW: Crise é comentada, mas otimismo persiste no terceiro dia de evento

Consultoras analisam desfile da Osklen e novidades da 45ª edição

Costanza Pascolato no SPFW 2018
Costanza Pascolato no SPFW 2018 - Janaina Ribeiro/Folhapress
Janaína Ribeiro
São Paulo

Na tarde desta segunda (23), antes do esperado desfile da Osklen, na 45° edição do SPFW, no Ibirapuera (SP), a consultora de moda Glória Kalil, 74, demonstrou ‘preocupação' com o momento no mundo da moda.

“Espero que as empresas nos surpreendam mesmo com as dificuldades que elas estão tendo, apesar das mudanças do mercado. Vamos esperar que eles tenham força de resistência e criatividade”, afirmou ao F5.

Já para a empresária e consultora italiana Costanza Pascolato, 78, a indefinição política e o ano eleitoral faz com que empresários do ramo tomem providências para amenizar a crise sentida também nas passarelas.

 “Acho o SPFW corajoso, que consegue apesar de tudo, refletir como um espelho tudo que acontece no país. A crise deixou todos atrapalhados, pensando em quais medidas tomar, apesar do ano de eleições”.

Osklen

Diversidade é a palavra de ordem vista no desfile da Osklen. Conforto, possibilidade de combinações, minimalismo e franjas foram vistas na passarela.

Apesar do tom predominante estar entre o verde 'exército' e cores neutras, o branco, preto, cinza claro e combinações com rosa, amarelo e azul bebê, fizeram a diferença na coleção, que também contou com paetês nos detalhes.

Para Costanza, que acompanhou o desfile, a marca apresentou um bom nível, mostrou possibilidades em combinações e apesar das cores neutras, tons predominantes como o rosa fluorescente enriqueceu a proposta.

“Na próxima estação, o jeans volta com tudo. E apostar em cortes minimalistas com um ‘quê' esportivo além das franjas, renova a percepção na hora de fazer as combinações”. “Achei de muito bom gosto”, complementa.

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